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Tabelas de bootstrap para iniciantes: como usar este framework para criar sites responsivos

Tabelas de bootstrap para iniciantes: como usar este framework para criar sites responsivos
#Tecnologia
29 de julho - min de leitura

A arte de fazer tabelas Bootstrap é uma forma de investir em sites responsivos, ou seja, melhorar a experiência do usuário e também entregar qualidade em todos os dispositivos. Quer saber como criar suas primeiras tabelas?


Ainda que os Bootstraps poupem um tempo considerável no gerenciamento de templates dos desenvolvedores, seu objetivo-chave é criar sites responsivos.

Porém, antes de começar a falar sobre o tema, você precisa entender o que é Bootstrap e como funciona esse framework web. E mais, como através dele é possível que a interface do usuário de um site ou app seja acessada de qualquer tipo de tela, de forma intuitiva para o usuário e descomplicada ao programador.

Bootstrap: o que é e como funciona?

O Bootstrap é um código aberto que ganhou fama por ser utilizado para montar a plataforma da rede social das notícias “quentinhas”, o Twitter. 

Quando um desenvolvedor trabalha na programação de um site, ele tem a opção de utilizar o código aberto do Bootstrap para facilitar em sua montagem (com códigos previamente prontos). Com ele, de forma muito mais prática, é possível tornar esse site responsivo.

Essa ferramenta front-end e de código-aberto, quando criada por Mark Otto e Jacob Thornton (na época, funcionários do Twitter) tinha o objetivo de tornar o desenvolvimento web algo mais rápido e prático, e não um universo sem fim de códigos. 

Por isso, ele contém todos os tipos de templates baseados em HTML e CSS para várias funções e componentes, como por exemplo: navegação, sistema de grades, além de plugins em JavaScript (jQuery), para implementar recursos como dropdowns, carrosséis de imagens e slideshows de maneira fácil e com pouco código.

Seus padrões seguem os princípios de usabilidade e as tendências de design para interfaces, o que resulta em páginas esteticamente mais agradáveis e também úteis, de simples navegação.

Uma equação interessante e sustentável para usuário, empresa e desenvolvedor.

Guia prático sobre tabelas Bootstrap

Como o Bootstrap usa três linguagens: o HTML, o CSS e JavaScript, é importante que você tenha conhecimentos básicos em cada uma delas. Mesmo que já existam classes e funções prontas nele, é possível que surjam alterações pontuais no meio do caminho. 

Por falar em programação, entre as vantagens deste framework está a de ter menos código digitado, ou seja, menos dor de cabeça para encontrar problemas de sintaxe.

Como um recurso muito utilizado na web é o elemento de tabelas, os desenvolvedores do Bootstrap pensaram numa forma de incluí-las em seus estilos predefinidos.

Assim, no uso prático da ferramenta, basta adicionar classes aos elementos para obter o resultado desejado. Ao criar uma tabela no HTML, se pode incluir na tag <table> a classe .table, nativa do Bootstrap, para que a tabela ganhe algumas formatações visuais.

Tabela

Na composição de suas tabelas do Bootstrap, você pode optar por muitos estilos. Abaixo, vamos dar alguns exemplos de tabela simples:

Tema escuro: basta acrescentar a classe .table-dark.

Alternar a cor das linhas: conhecida como linhas zebradas, ao aplicar a classe .table-striped, se consegue um efeito de cores alternadas entre as linhas do corpo da tabela. 

Tabela com todas as bordas: no padrão da classe .table, já é possível observar uma borda entre as linhas como padrão. Porém, você pode adicionar bordas entre as colunas, também por meio da classe .table-bordered. 

Tabela sem borda: para esse estilo, é utilizada a classe .table-borderless. Ou seja, uma tabela sem linha, porém que mantém todas as outras formatações. 

Tabela compacta: por meio da classe .table-sm, se reduz o tamanho de uma tabela. Como ela possui a metade do valor de padding entre linhas que o padrão adotado pelo Bootstrap, é possível compactá-la. 

Existem as classes preestabelecidas no Bootstrap, que têm a missão (quando inseridas dentro das tags) de “colorir” as linhas ou células. Para isso, é só acrescentar nestas linhas, ou em células, as classes abaixo:

➜ .table-active

➜ .table-primary

➜ .table-secondary

➜ .table-success

➜ .table-info

➜ .table-warning

➜ .table-dark

➜ .table-light

Depois de entender um pouco de estilização visual das tabelas, é necessário compreender também sobre como será a adequação delas na tela. Neste ponto, User Experience (UX) entra no jogo.

Aqui será necessário considerar a experiência de quem realmente testará a usabilidade deste site ou app. E as tabelas responsivas, com a realização de rolagem horizontal, de maneira rápida e intuitiva, vão ao encontro desse objetivo. 

Para tornar uma tabela do Boostrap responsiva para todos os tamanhos de tela (viewport), o desenvolvedor utilizará a classe .table-responsive em um elemento pai. Dessa forma, basta acrescentar uma div pai à tabela com essa classe.

Última tabela

Para o desenvolvedor que deseja acrescentar o responsivo para breaking points mais específicos e personalizados, é necessário adicionar <div> às classes:

➜ .table-responsive-sm

➜ .table-responsive-md

➜ .table-responsive-lg

➜ .table-responsive-xl

Se você chegou até aqui, já deve ter compreendido que desenvolver tabelas neste framework precisa fazer parte do hall das ferramentas que você precisa saber usar.

Mas,se também surgiram dúvidas novas de como evoluir nesse uso para aprimorar os resultados, indo ao encontro das necessidades do mercado atual, que tal se especializar em um curso que te prepare para isso?

Na Digital House, temos cursos na área de programação, onde você vai aprender esta habilidade digital com professores especialistas de mercado através de uma metodologia disruptiva, a sala de aula invertida.

Ou seja, vai compreender linguagens de programação, aplicá-las em frameworks de maneira ágil e assertiva, evoluindo sua carreira de maneira prática e descomplicada.

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#Marketing

E-commerce na prática: como montar uma loja virtual do zero

Desde que a pandemia causada pelo novo coronavírus chegou ao Brasil, o comportamento de consumo das pessoas passou por mudanças significativas, o que também mudou a atuação de varejistas e muitos começaram um e-commerce do zero.Neste cenário, o virtual ganhou uma importância nunca antes vista no país. Segundo estudo do Movimento Compre&Confie, em parceria com a Associação Brasileira de Comércio Eletrônico (ABComm), somente nos cinco primeiros meses de 2020, o e-commerce brasileiro faturou quase R$ 42 bilhões, número 57% maior do que no mesmo período de 2019.Nestes números, estão inclusas 100 mil novas lojas virtuais que foram colocadas no ar durante a pandemia. Fatores que já seduziam empresários, como baixo investimento inicial e boa rentabilidade, ajudaram tanto quem já pensava em abrir um e-commerce quanto quem precisou fazer isso às pressas.Com isso, vem também a necessidade de alertar sobre a importância de se ter organização e planejamento na hora de abrir um e-commerce do zero. Afinal de contas, seguindo uma tendência geral do empreendedorismo no Brasil, muitas lojas virtuais ‘fecham as portas’ ainda no primeiro ano de atuação.PlanejamentoO primeiro passo é estudar o mercado digital e saber mais sobre o segmento no qual se pretende ingressar. Com isso, é possível conhecer e entender as ‘dores’ dos consumidores que serão o público-alvo do negócio, para saber como os produtos ou serviços que serão oferecidos podem saná-las e agregar valor.Pensar no real propósito do negócio é, mais do que nunca, um ponto fundamental. É preciso saber onde se quer chegar. Consumidores são ainda mais exigentes nos meios digitais, e estão cada vez menos dispostos a comprar produtos e serviços que não agregam valor e não entregam um propósito muito claro.Estabelecer metas iniciais pode ajudar a mensurar o andamento do negócio em seus primeiros passos, principalmente quando se fala em estruturação do modelo. Por isso, é importante, também, conhecer a concorrência do segmento, pois ela pode ter muito a ensinar, principalmente com problemas enfrentados anteriormente.Avalie os diferenciais que o negócio pode ter. Oferecer mais do mesmo, definitivamente, não é o melhor caminho.FornecedoresTão importante quanto saber o que e para quem se quer vender, é saber de quem se pretende comprar. Pois é, quando você abre um e-commerce do zero, logo percebe que precisa de fornecedores, pois não há como focar no core business ao mesmo tempo que se tenta fazer tudo o que é necessário para ter a loja no ar.Pense que, para os produtos, você precisará de fabricantes, distribuidores, etc. Para o funcionamento da loja (site), você precisará de uma plataforma, dos meios de pagamento, de um sistema antifraude, dos canais de venda, etc.Parece muita coisa, mas não se assuste. O mercado tem diversas opções muito interessantes para quem está começando um e-commerce do zero. O nível de investimento não precisa ser alto para quem não vai nascer gigante, como é o caso da maioria das lojas virtuais que surgem.PlataformaPara a escolha da plataforma, é preciso considerar o quanto se pretende crescer em curto prazo, pois só assim será possível definir o tipo ideal para o negócio. O mercado oferece algumas delas gratuitamente, com código aberto, mas somente as pretensões do negócio, somadas à disponibilidade de investimento inicial, poderão clarear a escolha.Quando buscar fornecedores de plataforma, lembre-se de perguntar sobre a estrutura do código-fonte. A maneira como o código-fonte de um site é estruturado tem se provado, repetidas vezes, um importante fator de ranqueamento na página de resultados do Google. Plataformas de e-commerce que optam por um código limpo, de fácil compreensão e fortemente baseado em HTML tendem a ter vantagem nessa questão.Além disso, pense no tempo de carregamento da página e tenha em mente que é importante considerar o que foi estudado no momento do planejamento. Por exemplo, não adianta criar um site que não seja responsivo a smartphones, pois o crescimento das compras via celular têm aumentando ano a ano.LogísticaParte vital de um e-commerce, a logística tem que ser muito eficiente. Ela é a responsável por praticamente todas as etapas do fluxo de validação e finalização de uma compra.Aqui, o varejista pode optar por trabalhar com os Correios ou transportadoras particulares. Independente da escolha, não se pode perder de vista a preparação para uma logística reversa, pois produtos, em diversas circunstâncias, podem ser devolvidos ou trocados por clientes, e este processo não pode ser um problema.Meios de pagamentoOs meios de pagamento são as ferramentas responsáveis pelo caminho que o dinheiro percorrá da conta do cliente até a do varejista, e é fundamental que o comerciante conheça cada etapa deste processo.No e-commerce, quando se fala de meios de pagamento, não se fala apenas de dinheiro, cartão e boleto. Atores como emissor, gateway, adquirente e subadquirente, pouco conhecidos por quem não atua no setor, são primordiais para que lojistas virtuais não percam vendas no momento do pagamento.Cada lojista deve levantar os pontos que considera mais importantes para tomar a decisão sobre qual dos meios de pagamento deve utilizar.É preciso considerar qual é o melhor sistema de cobrança para o modelo de negócio, comparar taxas cobradas por transação e emissão de boletos, escolher adquirente, gateway de pagamento, quantidade de bandeiras aceitas, solução <strong>antifraude</strong> utilizada, etc.AntifraudeO aumento significativo das vendas no e-commerce aumenta também a fraude no setor. Segundo estudo da ClearSale, entre 1º de janeiro e 31 de maio deste ano, mais de R$ 608 milhões em fraudes foram evitadas.Considerando que o comércio eletrônico não dispõe de alguns fatores de segurança que são comuns ao varejo físico, como presença da pessoa e checagem do chip do cartão, por exemplo, é importante contar com uma solução antifraude que ofereça equilíbrio entre tecnologia e inteligência humana para desenvolver camadas de segurança.A ClearSale, por exemplo, investe maciçamente em inovação e tecnologia, o que permite aprovar, em média, 97% das compras de e-commerce, número substancialmente superior ao de países do primeiro mundo.Isso quer dizer, entre outras coisas, ao pensar na escolha dos meios de pagamento, o varejista precisa ter em mente que o uso da solução antifraude pode não apenas garantir a segurança, mas também ajudar a aumentar suas vendas.Estrutura e modelo de negócioOs pontos anteriores dizem respeito ao que é necessário para colocar uma loja virtual no ar, mas é preciso pensar, também, em tudo o que é necessário para que haja tráfego (audiência) e que funcione. Ou seja, para que seja possível receber pedidos e finalizar pagamentos.Além da estrutura legal, para que seja uma empresa devidamente registrada e regulamentada, é neste momento que o empreendedor precisa ter foco em ações que trazem o máximo de resultado, investindo apenas no que é realmente necessário para o que se chama de ‘mínimo viável’. Isso significa focar em pontos sem os quais não é possível colocar a loja para funcionar, e deixar todos os outros para um segundo momento.Canais de tráfego no siteVia de regra, para iniciar a estrutura de vendas em um e-commerce, não é preciso muito mais do que um meio para atrair audiência e um outro para concluir as transações. No que diz respeito à audiência, as redes sociais podem ser grandes aliadas de quem está começando um e-commerce do zero. Elas são capazes de ajudar na captação, no atendimento e na fidelização de clientes, os quais passarão a conhecer o que você oferece.Ainda no sentido de trazer mais audiência à loja virtual, vale ressaltar que campanhas afiadas de marketing digital podem colaborar substancialmente com o aumento de tráfego qualificado e, consequentemente, trazer mais conversões para o e-commerce.Canais de vendasO canal de vendas mais óbvio é o da plataforma. No entanto, a plataforma, por mais acessível que seja, traz consigo a necessidade de outros fornecedores, como visto anteriormente neste artigo, o que pode não ser o mais interessante para todos que estão ingressando no e-commerce. Alguns iniciantes podem optar por tentar vender antes mesmo de colocar o site no ar, até para testar se há ali realmente uma boa oportunidade. Para isso, algumas alternativas que têm sido bastante utilizadas são os marketplaces (como o Mercado Livre, por exemplo) e os links de pagamento, que podem ser enviados por WhatsApp ou redes sociais.Dessa forma, enquanto você estrutura e testa alguma opções para seu e-commerce, produtos ou serviços já podem começar a ser vendidos. Assim, quando a loja virtual entrar no ar, você já terá algumas lições e sinais importantes sobre o que funciona e o que não funciona para sua loja.Atendimento ao clienteA excelência no atendimento é o que traz ao cliente a segurança de que eventuais problemas serão sanados sem qualquer transtorno, além de ser um ponto que garanta à empresa que seus clientes farão o melhor uso de produtos ou serviços.Segundo uma publicação da revista Harvard Business Review, 23% dos consumidores que tiveram experiências boas com o atendimento contaram dessas experiência a 10 ou mais pessoas. Já no caso de experiências ruins, o número dobra: 46% deles relatam esse tipo de situação.Ou seja, um atendimento ruim reverbera muito, e a credibilidade ferida é uma das piores coisas que pode acontecer para um e-commerce, principalmente para os que ainda estão começando. Portanto, pense em um atendimento excelente, que possa receber contato do cliente em mais de um canal. Seja rápido e eficiente na resposta, tenha o atendimento como uma oportunidade de fidelização, e não apenas como um problema para o negócio.IndicadoresMuitos são os indicadores passíveis de medição em uma loja virtual. O problema, no entanto, é que muitos empresários não conhecem os números mais indicados para saber se o negócio segue, ou não, em um caminho de sucesso.Taxa de aprovação de pedidosA taxa de aprovação de pedidos é uma métrica primordial, mas que precisa estar em equilíbrio com outros números, como tempo de resposta e taxa de chargeback (estorno).Se a aprovação é muito baixa, provavelmente a taxa de chargeback e o tempo de resposta estarão controlados, mas a loja estará, certamente, recusando muitos clientes legítimos. Por outro lado, se a aprovação é muito alta, mas o tempo de resposta é ruim e a taxa de chargeback também é alta, de nada adianta aumentar o volume de aprovações.Taxa de reprovação e falsos-positivosBarrar fraudes, pura e simplesmente, é fácil. Bastaria reprovar todos os pedidos com traços minimamente fora de um determinado padrão. Alguns fornecedores atuais do mercado, inclusive, cometem este erro.Não são raras as vezes em que um varejista tem de lidar com clientes legítimos entrando em contato para reclamar a reprovação de um pedido. Pensando em tempos nos quais as redes sociais deram voz ativa a todas as pessoas, imagine o tamanho de prejuízo de reputação que tal fato pode gerar.Muitos comerciantes estão fixados em evitar os prejuízos de aprovação de pedidos fraudulentos. No entanto, as estatísticas mostram que os custos da reprovação de bons pedidos podem ser maiores. As perdas por falsos-positivos totalizam cerca de US$ 118 bilhões por ano no e-commerce mundial, o que é 13 vezes maior do que os prejuízos com fraudes em cartões de crédito.Tempo de respostaO tempo médio de resposta de cada transação é um indicador valioso. O consumidor digital é cada vez mais ansioso, e dados de consultorias mostram que 53% das pessoas tendem a desistir de transações quando a resposta não é imediata. Agora, imagine em seu e-commerce quantos clientes podem, por exemplo, abandonar os carrinhos de compra no momento do checkout porque sua análise antifraude é relativamente demorada. Analisar pedido a pedido, de maneira quase que manual, é inviável para quem pretende escalar o negócio e obter sucesso. Procure fornecedores que prezam, entre outras coisas, pela rapidez na respostaChargebackChargeback é o nome dado ao estorno que acontece quando o titular de um cartão não reconhece uma compra. O problema é que, dependendo da plataforma que se usa, é possível que o varejista nem sequer conheça a taxa de chargeback de sua empresa – ou então ele até conhece o número, mas não sabe se é uma taxa alta ou baixa, aceitável ou preocupante.Conhecer a taxa de chargeback, bem como saber se ela está dentro da média de seu nicho de mercado, é primordial para o desenvolvimento sustentável de todo e qualquer negócio.

Deep learning: entenda como funciona o aprendizado de máquina através de exemplos img
#Dados

Deep learning: entenda como funciona o aprendizado de máquina através de exemplos

Antes de explicar o que é Deep Learning, vamos contextualizar em que terreno estamos pisando, quando falamos desta tecnologia.De um lado, muita gente acredita que a Inteligência Artificial(IA) nunca será totalmente autônoma, já que a humana estará sempre pronta para burlar seus padrões. De outro, existe o time do pé atrás em relação ao crescimento acelerado dessa tecnologia no cotidiano sair do controle humano. E é nesse fogo cruzado de opiniões que Deep Learning continua a evoluir. Nesse artigo, vamos falar sobre o que é, sua ligação com Machine Learning e alguns exemplos de sua aplicação.   O que é Deep Learning - orientada à evolução IA facilita a rotina social, melhora o desempenho dos negócios, possibilita inovações na saúde, indústria e comércio e não para de evoluir.  Para que isso seja possível, redes neurais, alinhadas com Machine Learning ou ML(capacidade de uma máquina aprender e aperfeiçoar seus padrões com base em muitos dados), são complementadas, dando base à Deep Learning.As redes neurais são modelos computacionais inspirados no sistema nervoso central de um ser humano. Eles são capazes de realizar o aprendizado de máquina e reconhecimento de padrões. Assim, Deep Learning, por meio dessas redes neurais, é definido como uma categoria de inteligência artificial que complementa Machine Learning, de uma forma mais profunda, como o próprio nome sugere, com o objetivo principal de melhorar a vida das pessoas.Exemplos de aplicação de Deep LearningEntre suas aplicações mais comuns, podemos citar o reconhecimento de fala e facial. Com ampla visão computacional, essa tecnologia detecta e decifra imagens e processamento de linguagem natural, como já ocorre na identificação de rostos para o reconhecimento via smartphones e sistemas de segurança.Age também na identificação de traços que indiquem doenças como câncer e tumores em exames de imagem. Além disso, pode prever falhas em equipamentos, detectar fraudes etc. Deep Learning é a base da tecnologia que rege o Google Tradutor. Além disso, lá atrás, ela foi usada para o desenvolvimento de carros automáticos.Está presente em muitos setores, desde sua incorporação em meados da segunda metade do século 20. Desde então, vêm se tornando cada vez mais presente e fundamental na vida das pessoas, por conta de sua versatilidade e precisão. Por esta razão, o universo dos negócios enxerga Deep Learning como uma ferramenta incrível de crescimento. Seu uso vai de setores como saúde, educação, e-commerce, cibersegurança, turismo, entretenimento e muitos outros. Usando métodos baseados nessa tecnologia, engenheiros, desenvolvedores e cientistas de dados conseguem excelentes resultados em diferentes aplicações, se aproximando cada vez mais da satisfação, preferências e gostos do seu público.E depois do Deep, o que virá?Como dissemos, IA parece não ter muitos limites quando se trata de evolução. Por este motivo, especialistas sugerem que dentro de alguns anos, o relacionamento entre humano e máquinas poderá superar a interação entre as pessoas.Este momento pode não ser exatamente de “substituição”, mas uma escolha. Fato é, que esta profundidade toda remete diretamente às carreiras do futuro.Se após ler este artigo, novas interrogações surgiram, calma, a Digital House pode te ajudar a compreender estas mudanças. Além de conteúdos diários no blog, publicamos inúmeros conteúdos entre webinars e podcasts que desmistificam termos e conceitos da Era Digital. Aliás, você consegue acessar tudo na nossa Biblioteca de Conteúdo. Vamos conversar sobre tansformação digital? :)

User Onboarding: o que é e como entregar valor no primeiro contato com o usuário img
#UX

User Onboarding: o que é e como entregar valor no primeiro contato com o usuário

Cada vez mais os clientes desejam lidar com produtos descomplicados, intuitivos e que falem sua língua. A Era Digital remete a otimização e facilitação de processos e, por este motivo, compreender o que é user onboarding é importante.Ele vem como estratégia interessante para mapear a experiência do cliente lá no início do contato com a marca, aumentando as margens de sucesso desta parceria em longo prazo.Neste artigo, explicamos mais sobre user onboarding e algumas boas práticas para incorporar na sua dinâmica de trabalho e empresa. Expectativa vs. realidade -  O que é user onboarding?A expressão “a primeira impressão é a que fica” pode ser um tanto equivocada, mas, não 100%. Os primeiros passos de uma conquista são valiosos. E isso ocorre também no user onboarding.É aquela história: o cliente fica encantado no início, mas se decepciona na página dois do processo. Justamente para não gerar esse tipo de frustração, a estratégia onboarding procura garantir que seus clientes sejam bem atendidos e orientados logo nos primeiros pontos de interação com a empresa, lá no início da jornada.Nela, são alinhados e estruturados os detalhes do projeto para garantir o sucesso de uma parceria duradoura. Para isso, essa organização precisa ser conduzida por um time voltado a esse objetivo, que atue em processos bem definidos e com mensuração de resultados. Boas práticas para equipes e processos de onboardingE para que seu time tenha os resultados desejados, vale prestar atenção em alguns aspectos que otimizam ainda mais o caminho para a tão desejada satisfação do cliente, desde o start com sua marca. Separamos quatro principais, acompanhe:1 - Ensinando o cliente, o primeiro contatoNo onboarding, o aprendizado do cliente representa dar a ele mais autonomia e conhecimento para visitar sua marca sempre que desejar, de maneira simples e ágil. Além disso, este usuário se torna parceiro da empresa, reconhecendo a importância da organização para seu crescimento, em uma espécie de sucesso compartilhado. Ou seja, todos ganham. 2 - Satisfação do clienteUm cliente que tem êxito é aquele que alcança os resultados esperados e desejados a partir das soluções oferecidas, seja um software, um serviço ou um produto físico. Portanto, no onboarding, conteúdo, design e vários aspectos de UX precisam estar alinhados e com foco nesse resultado. 3 - Onboarding bem feito gera retençãoAqui, a retenção do cliente depende da boa orientação e alcance de resultados, logo no começo da relação. Com este usuário se sentindo mais seguro e satisfeito com a sua empresa, as chances que ele fique mais tempo com a marca são bem maiores.4 - Experiência, de ponta a pontaAlém da retenção de clientes atuais, esta estratégia pode tornar seu cliente um verdadeiro embaixador da sua marca. Por isso, vale a pena acompanhar mais de perto a trajetória dos usuários, no começo, ofertando um melhor atendimento que remeta a uma percepção positiva da sua empresa e, quem sabe, um ótimo estímulo ao mais antigo e eficaz meio de propaganda - o boca a boca.Onboarding para a minha empresa, por onde eu começo?Provavelmente você já se convenceu não apenas da importância, mas da urgência da implementação desta estratégia na sua empresa. O melhor caminho é estruturar pessoas para esta tarefa, habilitadas digitalmente em marketing digital, conhecimentos em customer success (sucesso do cliente, em português), UX Design, entre outras competências.A Digital House oferece o curso de Experiência do Usuário(UX), que vai direto ao ponto desta demanda, assim como os de Marketing Digital. Consulte nossa grade de cursos e conquiste seus clientes de ponta a ponta, ao mesmo tempo que decola em visibilidade e satisfação da sua marca.