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Psicologia das cores: entenda o que é e o porquê de ser essencial para o sucesso de um UX designer

Psicologia das cores: entenda o que é e o porquê de ser essencial para o sucesso de um UX designer
#UX
6 de outubro - min de leitura

Uma habilidade técnica muito importante no mundo do UX Design é a psicologia das cores. Você já ouviu falar sobre? Entenda.


A psicologia das cores é um estudo, cujo foco é a interação de diferentes tonalidades com os usuários, ou seja, o entendimento de como as diversas cores podem causar diferentes percepções e sensações para uma pessoa, ao utilizar um produto e/ou serviço.

Acompanhe este artigo e entenda como o estudo e o uso correto das cores pode ser um grande diferencial em projetos de UX Design, trazendo diferenciais e destacando-os no mercado, que está cada vez mais competitivo. Vamos lá?

O que é psicologia das cores?

Os humanos são seres extremamente sensoriais. Temos os cinco sentidos, que são os principais aliados no desvendamento do mundo: um som, um gosto, um cheiro, uma textura, tudo pode trazer reações e sensações instantâneas em nossa mente.

E com as cores, relacionadas à nossa visão, não poderia ser diferente. Cada tom pode trazer inúmeras interpretações e estimular muitos sentimentos. Entender como cada um deles funciona pode ser o diferencial que um projeto de desenvolvimento de um produto precisa para ter sucesso com o público.

Através de diferentes experimentos e estudos, é possível determinar a eficácia de tons específicos, para cada tipo de necessidade na comunicação. Existem cores que podem indicar o segmento de uma empresa, por exemplo, se ela é mais descolada ou conservadora, um padrão social elevado ou não, se quer transmitir diversão ou mais seriedade, entre muitos outros.

Usar uma determinada cor pode fortalecer o relacionamento e encurtar a distância entre uma marca e seus clientes, tornando-a mais fácil de ser reconhecida no mercado, por exemplo. Além disso, pode transmitir sentimentos e destacar diferentes atributos de um produto e/ou serviço.


Qual a relação entre UX e psicologia das cores?

Relacionando ao universo do User Experience (UX), os profissionais da área possuem a preocupação de proporcionar a melhor experiência de usuário, ao interagir com determinado produto ou serviço desenvolvido.

Não há dúvida de que as cores influenciam as experiências, dando personalidade a cada uma delas. Diversos levantamentos já comprovam isso. Na prática, veja como isso funciona:


UX Design, Psicologia das cores e BBB | by Amanda Gomes | UX Collective ????????


Consegue entender no exemplo acima a influência das cores? Neste caso, os tons quentes possuem uma função específica ao usuário. Cor é identidade, expressividade, sentimento e linguagem, e a sua escolha pode ser a chave do sucesso ou fracasso de um projeto.

Como comentamos, nós somos seres sensoriais. Nosso cérebro trabalha de diferentes formas, a partir de estímulos e de maneira imediata, como sons, cheiros e gostos. A música que lembra um acontecimento, um cheiro ou gosto que traz memórias da infância, entre outros exemplos.

A visão também faz parte disso e é atingida diretamente pelas cores. Nós sempre fomos influenciados, mesmo que inconscientemente, pelos inúmeros tons, contrastes e saturações que nos rodeiam, provocando diversos efeitos, psicológicos e fisiológicos. Por isso, é recomendável que um profissional de UX Design estude e entenda a psicologia das cores, dominando os diferentes efeitos que podem provocar nas pessoas.

Você tem interesse em mergulhar no mundo de UX? O curso de Experiência do Usuário (UX) da Digital House é uma ótima opção! Referência na área, o aluno termina os seus estudos com um superprojeto e dominando os principais conceitos da área, como a própria psicologia das cores.

As aulas são online, 100% ao vivo e comandado por especialistas do assunto que estão no mercado. Além disso, a DH conta com o departamento de carreiras. Nela, os alunos podem acessar conteúdos exclusivos sobre suas jornadas, além das próprias ações de conexão promovidas pela DH com grandes empresas do mercado, como feiras de recrutamento e outros eventos pontuais. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!

Como a psicologia das cores se aplica em UX?

No tópico anterior, nós te mostramos um exemplo de aplicação da psicologia das cores, relacionando-a com a experiência do usuário. Nós vamos te explicar isso com mais detalhes, para que você entenda todo o processo.

Sabemos que as cores são capazes de gerar diferentes estímulos psicológicos, como alegria, tristeza e até mesmo abrir o apetite.

Em um processo de UX, antes de escolher as cores envolvidas no projeto, o profissional deve sempre fazer as devidas pesquisas e levantamentos sobre quem, de fato, é o público-alvo daquele produto. Entendendo quem é a persona, seu contexto e necessidades de mercado, a escolha dos tons que irão agradar seus clientes ficará muito mais fácil!

Neste contexto, além do próprio estudo sobre a psicologia das cores e seus significados, há diversas ferramentas que auxiliam na escolha cromática. Separamos as principais. Confira:

Blend

Na ferramenta, você pode escolher duas cores distintas e ver como elas se combinam entre si ou com outras em diferentes gradientes, experimentando e construindo harmonias para os seus projetos.

Material Palette

Ao escolher duas cores diferentes, você pode obter a combinação de até oito opções harmônicas. A ferramenta também sugere como você pode utilizar cada um dos tons, de maneira predominante no projeto ou apenas para acentuar e complementar elementos.

Canva Colors

O Canva é bastante conhecido por suas diferentes ferramentas e funcionalidades na criação de diferentes tipos de arte. Ele também possui um gerador de paletas harmônicas. Você também pode inserir palavras-chave para tornar o processo ainda mais assertivo, fazer upload de imagens, entre outras maneiras de encontrar as cores perfeitas ao seu projeto.

Adobe Color

A ferramenta é gratuita e auxilia o usuário a selecionar suas paletas de cores, a partir dos princípios básicos da teoria das cores. Nela, é possível pesquisar complementos, tríades, compostos, entre muitas outras coisas.

Nós vamos destacar essa importância mais uma vez: independentemente de qual ferramenta utilizar, antes de tudo, é muito importante se atentar aos efeitos fisiológicos, psicológicos e culturais (explicaremos ainda neste artigo) de cada uma das cores, associando com o público-alvo. Além disso, é imprescindível ter em mente que a combinação de diferentes cores pode mudar o significado delas.

Quais são os principais significados das cores?

Falamos tanto dos significados das cores, mas por que não colocar as principais para te ajudar? Confira:

Vermelho: é uma cor mais excitante, sendo mais utilizada quando o objetivo é chamar atenção do cliente. Geralmente, o vermelho é associado à paixão, amor, sentimento de perigo, apetite, entre outros.

Amarelo: a cor costuma trazer a sensação de otimismo, clareza e felicidade para as pessoas.

Azul: é uma cor que remete à inovação e tecnologia, por isso é a mais utilizada em projetos de UX/UI. Seus tons costumam transmitir a sensação de tranquilidade, calma e confiança.

Verde: prosperidade, riqueza, natureza, saúde e esperança são alguns dos principais sentimentos e sensações transmitidas pela cor.

Branco: as pessoas geralmente escolhem sua utilização por trazer sensações como pureza, neutralidade e paz.

Preto: sensação de autoridade, poder e mistério.

É muito importante destacar que a sensação que cada uma das cores traz nem sempre será a mesma para todas as pessoas. O contexto cultural também é um ponto que conta muito. Existem países e regiões que consideram o preto, por exemplo, como a representação da morte, assim como outras que consideram o branco da mesma maneira.

Isso significa que a reação que uma cor pode trazer também depende da cultura de cada lugar, podendo mudar com o tempo. No entanto, isso não impede e anula a importância de entender a psicologia das cores e o poder delas de transmitir determinadas mensagens aos consumidores.

E aí, gostou do conteúdo? Que tal seguir aprendendo ainda mais sobre a área de UX? Recomendamos a leitura do nosso artigo sobre a arquitetura de informação, onde você entenderá no que ela consiste, sua relação e principais usabilidades no UX.

Leia mais no blog DH:

Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo

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#Tecnologia

Qual a diferença entre Java e JavaScript? Saiba de uma vez por todas!

Ter a consciência de que a diferença entre Java e JavaScript existe é muito importante para, assim, poder fazer a escolha entre a linguagem mais adequada e que atenda às demandas necessárias.Como você verá neste artigo, o que existe de parecido é somente a escrita mesmo. Conheça mais sobre cada uma delas e entenda as suas particularidades.O que é JavaScript e para que serve?Também conhecido como JS, o JavaScript é uma linguagem de programação de alto nível. Sua utilização permite a construção de páginas dinâmicas, animações, mapas interativos, aplicativos e jogos eletrônicos.O profissional que domina o JavaScript é visto como versátil no mercado, considerando sua relação com uma grande variedade de frameworks e aplicações para diferentes tipos de dispositivos.A linguagem foi criada pelo programador Brendan Eich, um dos fundadores da Mozilla Corporation, em 1996. Seu propósito era tornar os processos web mais simples, dinâmicos e agradáveis aos profissionais.O que é Java e para que serve?O Java é uma linguagem de programação criada na década de 1990, por James Gosling. Atualmente, pertence à marca Oracle, a qual realiza todos os seus processos de manutenção.A linguagem é bastante flexível, sendo usado para o desenvolvimento de softwares, que podem ser executados e distribuídos em diferentes plataformas, sem a necessidade de modificá-lo.Qual a diferença entre Java e JavaScript?As duas linguagens, por terem a grafia similar, costumam despertar muitas dúvidas sobre alguma possível relação entre elas.É preciso ter muito claro que Java e JavaScript são escritos, construídos e executados de maneira diferente. Além disso, existe uma grande diferença no que diz respeito ao que cada linguagem é capaz de fazer.Como comentamos, o Java é usado em diferentes lugares e situações, incluindo softwares e aplicativos. Em comparação, o JavaScript é utilizado principalmente para tornar as páginas da web (HTML) mais interativas e dinâmicas.Como escolher entre Java e JavaScript?Em um processo de desenvolvimento, a escolha de qual linguagem de programação utilizar dependerá dos requisitos de cada projeto. E aqui entra mais um ponto importante quando falamos sobre diferença entre Java e JavaScript. Veja só:O Java, por exemplo, pode ser usado e adaptado em diferentes tipos de plataformas. No entanto, muitas vezes há a necessidade do usuário instalar um plugin em um dispositivo, uma ação que nem sempre é possível.Por outro lado, o JavaScript é utilizado, principalmente, em sistemas web. Neste caso, não há a necessidade de instalar soluções separadas, sendo preciso somente ter um navegador atualizado instalado na máquina. O ponto negativo, neste caso, é a limitação pela interação ser somente online. Ou seja, determinados recursos, ao se adotar a programação com código nativo, por exemplo, não poderão ser habilitados.Diante desses cenários, é imprescindível ter uma boa comunicação com todos os colaboradores e profissionais envolvidos em um determinado projeto, antes de eleger a linguagem escolhida. Entenda quais são as suas demandas, identifique todas as possibilidades de estratégias para atuação e, com isso, avalie o melhor caminho a tomar.Quando falamos sobre a construção de sistemas, todo desenvolvedor tem plena consciência de que a escolha da linguagem a ser utilizada é um ponto crucial. A criação de uma interface com códigos inadequados reduz as chances de atender todos os requisitos, afetando a usabilidade final da solução para os usuários.Neste contexto, é importante dominar o processo, a fim de garantir a melhor experiência do cliente com as aplicações desenvolvidas. Fazer um bom curso é uma ótima alternativa para que o profissional estruture corretamente os processos, consiga utilizar a tecnologia a seu favor e garanta uma solução com uma boa performance e confiabilidade.Confira as grades dos cursos de Desenvolvimento Web Full Stack, focado na criação de páginas ou sistemas web ou Desenvolvimento Mobile Android e Desenvolvimento Mobile iOS, para a criação de apps e plataformas no mobile, da Digital House.As aulas são online, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas que atuam no mercado. Além disso, a DH conta com o departamento de carreiras, onde todos os alunos podem acessar diversos conteúdos exclusivos sobre suas jornadas. Inscreva-se agora mesmo e garanta o seu futuro profissional!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

 Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual img
#Dados

Área de Dados: conheça as principais ferramentas de Big Data e o seu panorama de mercado atual

Não importa o tamanho da empresa, seja uma gigante como a NASA ou um pequeno negócio local, as organizações podem potencializar suas estratégias e tomar as melhores decisões ao utilizar as ferramentas de Big Data para transformar as informações em inteligência.Quer entender mais sobre isso? Acompanhe este artigo e saiba tudo sobre o tema.Recapitulando: o que é Big Data?Com origem na língua inglesa, Big Data quer dizer grandes dados. Na prática, consiste na organização e interpretação de um alto volume de informações, entendendo o que é relevante ou não para as empresas.Como comentamos, todos os dias, milhares de informações são geradas e disponibilizadas na internet. Com isso, as empresas precisam ter profissionais capacitados para lidar com tudo e fazer com que possam tomar as melhores decisões em diferentes contextos, por possuírem informações de valor, com insights importantes em seu nicho de atuação.Quais são os 5 Vs do Big Data?No dia a dia, alguns fatores são levados em conta para que as organizações possam fazer uma boa gestão de dados. Eles são conhecidos como os 5 Vs do Big Data. Confira:VolumeO volume refere-se à enorme quantidade de dados produzidos na Era Digital. Entender essa explosão de informações a partir do surgimento da internet é essencial para que as empresas possam definir as formas de gerenciamento de maneira efetiva.VelocidadeRelacionando com o V anterior, milhares de dados surgem a cada segundo. Ou seja, é tudo muito rápido. No entanto, em paralelo, à medida que a tecnologia avança e novos dispositivos vão surgindo no mercado, a gestão dos dados também pode acompanhar esse ritmo acelerado, sendo capaz de lidar com o Big Data em tempo real.VariedadeExistem diferentes fontes e formatos de dados, que geram complexidade aos processos de coleta, compilação, organização e análise. Para uma boa gestão de dados, é preciso ter ciência disso, a fim de contribuir na geração de informações mais completas com insights relevantes às empresas.VeracidadeO V de veracidade é essencial para a validade dos dados. Todas as informações precisam ser verídicas e atualizadas, com o objetivo de gerar oportunidades e insights confiáveis e embasar as decisões das empresas com precisão e segurança.ValorPor fim, mas não menos importante, temos o V de valor. Nem todas as informações possuem relevância para as empresas. Portanto, cada organização precisa ter os seus objetivos e público-alvo bem definidos para conseguir dados relevantes às suas decisões.Os benefícios do Big Data aos negóciosPor que investir em ferramentas de Big Data em sua empresa? Separamos os principais benefícios de investir no processamento e organização dos dados para as organizações. Confira:Fortalecimento do relacionamento com o clienteQuando uma empresa coleta dados, como um histórico de compras ou conversas sobre seus clientes, é possível obter feedbacks e insights para traçar estratégias e tomar novas decisões, a fim de se aproximar ainda mais deles.Conhecer quem é o seu público e quais são as suas necessidades é imprescindível para que uma marca possa criar campanhas personalizadas e certeiras, contribuindo para um aumento de ticket médio e promovendo uma maior fidelização dos clientes ao negócio.Vantagens de mercadoAo compreender a importância do Big Data, uma empresa, além de se tornar mais consciente sobre diferentes pontos do seu negócio, pode entender melhor o seu nicho de mercado. Ou seja, compreender o que funciona ou não e o que está faltando para tornar tudo ainda melhor.São pontos que fazem toda a diferença, principalmente considerando a alta competitividade entre organizações.Tomadas de decisãoComentamos bastante sobre esse ponto, mas é preciso destacar que, ao ter insights valiosos em mãos, é possível otimizar e aplicar melhorias em qualquer parte dos processos de uma empresa, tomando decisões sábias e estratégicas.Identificação de padrõesOrganizar e analisar um grande número de dados com as ferramentas de Big Data, permite identificar e traçar padrões de consumo, o que talvez a olho nu seria impossível.Essa amplitude e profundidade de visão faz toda a diferença na hora de reavaliar os planejamentos, assim como segmentar clientes e/ou leads, desenvolvendo campanhas que realmente atinjam a sua dor, tornando-as mais assertivas.As principais ferramentas de Big DataUm bom profissional de Big Data deve dominar e trabalhar com a ajuda de ferramentas para lidar com tantos dados. Sendo assim, separamos algumas plataformas para ajudar você nas demandas. Veja:TableauEsta é uma ótima opção de ferramenta para visualização de dados. O software permite a criação de mapas, gráficos, tabelas, entre outros diversos recursos para facilitar a compreensão das inúmeras informações do Big Data.Power BIUma das principais características dessa ferramenta é a possibilidade de integração de diferentes fontes de dados, como planilhas de Excel, redes sociais, aplicativos na nuvem etc. O software também permite a criação de dashboards e relatórios dinâmicos de maneira rápida e simples.HadoopEsta é uma das ferramentas mais importantes no setor de Big Data. Sua estrutura é 100% em código aberto e possui uma enorme capacidade de processamento de dados em larga escala.RapidMinerO RapidMiner é a plataforma ideal para atividades de ciência de dados e aprendizagem de máquina. O software oferece suporte a diferentes pontos, como a preparação de dados, visualização, análise, modelagem, entre outras etapas e funcionalidades.Como está o panorama de mercado do Big Data?O mercado de Big Data está aquecido e não é à toa. Os dados não param de surgir e as empresas precisam de profissionais capacitados para executar todos os processos de Data Science.A indústria 4.0 revoluciona o mercado de trabalho, com suas transformações digitais cada vez mais presentes, destacando determinadas carreiras, como a área de Dados que já garantiu o seu espaço e é uma tendência certa para o futuro.De acordo com um levantamento realizado pelo LinkedIn, as carreiras na área de dados estão entre as 15 profissões mais em alta no mercado.A equipe que trabalha na área precisa ser multidisciplinar, que domine tecnologia, desenvolvimento, administração, marketing, engenharia, estatística e matemática.Se você se interessou em ingressar neste mercado e dominar as diversas ferramentas de Big Data, saiba que obter uma certificação de um curso é um ótimo diferencial para a jornada do profissional e às empresas. Isso porque ela mede e comprova os conhecimentos, requisitos e habilidades técnicas aos empregadores.Recomendamos que você confira a grade completa dos cursos de Data Science e Data Analytics da Digital House. Eles são as melhores escolhas para garantir o seu sucesso profissional. As aulas são dinâmicas, 100% ao vivo e ministradas por professores especialistas, que também atuam nas grandes empresas do mercado. Inscreva-se agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas? img
#UX

Linguagem inclusiva: qual a relação com UX e como promovê-la nas empresas?

Este é um ponto muito importante quando pensamos no aumento de organizações que valorizem as pessoas no mercado, independentemente de qualquer condição. No entanto, ao falamos sobre desenvolvimento de produtos digitais e as experiências proporcionadas aos seus usuários finais, como a linguagem inclusiva pode ser aplicada?Neste artigo, vamos explicar o que é a linguagem inclusiva, sua importância e falar também da sua relação com a área de UX. Acompanhe os próximos tópicos!O que é linguagem inclusiva?A linguagem inclusiva possui o objetivo de proporcionar uma comunicação que não exclua ou diminua nenhuma pessoa, independentemente de condição, gênero ou grupo, e sem precisar modificar o idioma. Ao invés de separar, repelir ou agredir, ela agrega, respeita e acolhe a todos.Um exemplo de linguagem inclusiva, usado bastante pelas empresas, é o uso de coletivos. Ao invés de separar e focar em um gênero, o propósito é englobar todos, seja em uma situação escrita ou falada. Na prática, seria como se disséssemos "Bom dia a todas as pessoas".Qual a diferença entre linguagem inclusiva e linguagem neutra?Atualmente, no meio digital, são milhares de informações e conteúdos disponibilizados e consumidos a todo o momento. Com isso, muito se fala sobre linguagem inclusiva, neutra e as diversas formas de abraçar as minorias em textos ou peças publicitárias.É importante saber que as duas linguagens estão sempre juntas. No entanto, existe uma diferença entre essas formas de comunicação. A linguagem inclusiva busca acolher e abraçar todas as pessoas com palavras e variações já existentes no idioma aplicado.Já a linguagem neutra, apesar de ter o mesmo objetivo, altera pronomes e outras terminologias, implementando novas palavras nos vocabulários, a fim de abranger qualquer pessoa, independentemente do gênero que se identifique. Um exemplo é o uso do "e" em palavras com variações de "o" e "a": todos, todas e/ou todes.Em um mundo digital, que possibilita uma melhor comunicação entre as pessoas, além da disseminação de informações, esses tipos de linguagens vêm se difundindo de maneira efetiva. Ao acessarmos as redes sociais, blogs, artigos, sempre nos deparamos com elementos de ambas as redações.A língua portuguesa, por conta de um histórico patriarcal, aponta o gênero masculino como o correto ao representar a pluralidade. No entanto, a linguagem inclusiva e neutra representa alternativas que se distanciam dessa tradição linguística.Como adaptar ela em UX e qual a sua importância?Quando falamos sobre a Experiência do Usuário (UX), temos a área da escrita, mais conhecida como UX Writing. Nos últimos tempos, ela tem sido muito comentada e não é à toa. No desenvolvimento de sites e aplicativos, também é um grande diferencial ao acrescentar mais propriedades na usabilidade de um produto ou serviço.Além disso, no processo de desenvolvimento, a linguagem inclusiva pode ser aplicada não somente na própria interface, mas também no conteúdo de e-mails, artigos, redes sociais, notificações, entre outros canais de comunicação ligados ao produto digital.O foco da aplicação da linguagem é a garantia de uma boa percepção e usabilidade por parte dos usuários finais, sempre considerando as demandas, necessidades, bem-estar, conforto e solução de problemas da melhor forma. Infelizmente, vivemos em uma sociedade que ainda reproduz estigmas em relação ao gênero e/ou orientação sexual.E esse é um dos principais objetivos da linguagem inclusiva: repelir a propagação desses preconceitos, estabelecendo uma comunicação acolhedora e garantindo uma experiência ideal, que reflita os melhores valores de uma marca.Sendo assim, a comunicação escrita e a linguagem inclusiva podem – e devem – ser ferramentas a favor da diversidade, seja em UX Writing, copywritings, redes sociais, entre outras situações, a fim de quebrar estigmas e mostrar novas formas de comunicação.Que tal ser um especialista em UX?Agora que você já sabe a importância da linguagem inclusiva nos processos de desenvolvimento de produtos, deve saber também que realizar um curso na área de UX é uma ótima alternativa para ingressar na área, adquirindo uma base sólida de conhecimentos a serem utilizados e aplicados nas empresas.Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário (UX). Além de ensinar o processo como um todo, ele aborda a área de UX Writing, tornando possível a especialidade ao aluno.Além disso, todos os alunos podem participar do programa de apoio à recolocação (gratuito) e em feiras de recrutamento exclusivas (Recruiting Day). Inscreva-se e impulsione sua carreira profissional agora mesmo!Leia mais no blog DH:+ Google Analytics Dashboard: crie e personalize com o nosso passo a passo+ O que é brand equity e como as empresas geram valor de marca em seus produtos e serviços+ Marketing digital para iniciantes: 10 dicas de como começar na carreiraE aí, já segue a gente no Twitter? Vem pra rede, vamos conversar sobre habilidades digitais! ;)