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Customer Centric: como moldar sua estratégia com foco no cliente

Customer Centric: como moldar sua estratégia com foco no cliente
#Marketing
18 de setembro - min de leitura

Uma estratégia Customer Centric só faz sentido (e funciona) quando a empresa se dedica. Conheça os pilares centrados no cliente da Amazon e como aplicar no seu negócio.


A primeira vez que ouvi falar sobre o que é estratégia Customer Centric foi acompanhando a trajetória de Jeff Bezos, atualmente o homem mais rico do mundo.

Em um vídeo de 1999, Bezos explica que a Amazon tinha como missão não ser apenas uma das empresas customer centric (centrada no cliente) do planeta, mas sim a número 1 (missão que eles mantém até hoje).

E a Amazon tem uma definição muito precisa para Customer Centric: ouça, invente e personalize.

Customer Centric: passo a passo segundo a Amazon

Ouvir

Primeiro, você precisa ouvir os clientes. Empresas que não os ouvem, falham.

Ouvir o cliente vai muito além de dar atenção quando ele reclama, não é apenas sobre ter um SAC eficiente.

Este hábito envolve olhar todos os dados que esse cliente gera nas interações com a empresa. Ouvi-lo significa fazer pesquisas regulares de satisfação e resolver seus problemas antes dele ficar insatisfeito.

Algumas perguntas chave para entender se você ouve o seu cliente:

Seus clientes indicariam o seu produto para outros?

Quando sua empresa perde uma venda para a concorrência quais são os principais motivos de desistência?

Quando seus clientes trocam sua empresa por um concorrente qual é a principal reclamação?

Qual é a principal proposta de valor da sua empresa reconhecida pelos seus clientes satisfeitos?

Que recursos do seu produto ou serviço os clientes mais usam?

O que os clientes atuais sentem faltam no relacionamento com sua empresa?

Se você sabe responder a maioria delas parabéns, você é uma empresa customer centric, se você consegue responder 3 ou menos ainda tem um bom caminho a percorrer.

Inventar

Segundo, você tem que inventar para os clientes porque as empresas que apenas ouvem, falham. Não é o trabalho do cliente inventar para si mesmo.

É muito comum as empresas trabalharem de forma reativa, sob demanda. Atender só quando se pede, criar algo mediante solicitação.

O cliente não é o especialista no campo de atuação da sua empresa, aliás ele te procurou justamente por acreditar que você pode resolver um problema melhor do que ele faria sozinho.

É trabalho da empresa criar novas soluções, produtos e serviços para atender o cliente plenamente. E para ser realmente inovador, você precisa resolver problemas que o consumidor nem sabia que tinha. E você deve fazer isso, obviamente, sem criar novos problemas!

Após ouvir o cliente, faça um workshop de design thinking interno para projetar soluções para seus problemas. 

Qual foi a última vez que sua empresa se uniu para criar uma solução para o cliente?

Se a empresa toda se une para apresentar os resultados do quarter ou fazer o orçamento do ano seguinte, mas não se une para resolver problemas do cliente, então definitivamente essa não é uma empresa customer centric.

Personalizar

E o terceiro é personalizar, pegue cada cliente individualmente e coloque ele no centro do seu próprio universo.

Você já fez uma análise cohort da sua carteira de clientes? 

Explicando de forma simplificada, uma análise cohort consiste em organizar seus clientes por características similares, as possibilidades são quase infinitas: produto consumido, ticket médio, frequência de consumo, canais preferidos de comunicação, dados geográficos, faixa etária, etc.

Obviamente que para fazer isso os dados de todas as áreas que têm contato com o cliente devem estar disponíveis e relacionados de forma organizada. 

Observando diferentes segmentações de clientes é possível pensar em soluções específicas para cada grupo, recursos, funcionalidades, formas de pagamento ou outros aditivos específicos para a necessidade daquele grupo.

Você já pensou se o seu produto, seus canais de comunicação e venda são acessíveis?

Personalização não é apenas escolher a cor do seu carro ou a estampa da camiseta. Personalização envolver comprar, ser atendido e usar seu produto ou serviços como se aquilo tivesse sido pensado especialmente pra ele.

Se o consumidor sente que todas as suas necessidades são atendidas, porque ele vai procurar a concorrência?

Métricas para implementar uma estratégia customer centric na empresa

Se você quer implantar uma estratégia customer centric na sua empresa precisará medir o seu desempenho, seguem algumas formas de medir seu sucesso com os clientes:

Taxa de Churn - Conquistar novos clientes é bom, mas se você não está fazendo o mesmo esforço para mantê-lo provavelmente está faltando uma dose de foco no cliente. Quanto mais próximo de zero melhor.

NPS - Net Promoter Score - Esse número varia de 100 a -100. O mundo perfeito encontra-se entre 75 e 100, de 25 a 75 em geral é considerado um desempenho muito bom. Se está negativo então vocês está encrencado! Saiba mais sobre como calcular o NPS aqui.

LTV - Lifetime Value - O valor que o cliente gera dentro da sua empresa ao longo do tempo. Quanto maior melhor, esse número demonstra sua capacidade de manter esse cliente fiel.

Então agora que você sabe como implantar e medir uma estratégia Customer Centric, mãos à obra! Quem sabe você não se torna o novo Jeff Bezos daqui 20 anos? ;)

Leia mais no blog DH

+ De olho no novo consumidor Digital First

+ Inovação: como reinventar a minha empresa?

+ Marketing com influenciadores: saiba como fazer sua marca bombar com influencers

(*) Edney “InterNey” Souza é Diretor Acadêmico na Digital House Brasil, Organizador da Social Media Week São Paulo, Editor e Tradutor do WordPress.com para o Brasil, Colunista do ProXXima, Diretor da ABP (Associação Brasileira de Propaganda) e Conselheiro da ABRADi (Associação Brasileira de Agentes Digitais).

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Guia das boas práticas de SEO para blog: o que não pode ficar de fora img
#Marketing

Guia das boas práticas de SEO para blog: o que não pode ficar de fora

Mesmo todos sabendo o que é SEO, muitos não entendem a sua gigantesca importância dentro de uma estratégia de Marketing Digital. Já parou para pensar que 70% a 80% dos usuários pulam os resultados pagos para clicar nos resultados orgânicos? Já parou para pensar que você é um usuário que faz isso?Trabalhar com estratégias orgânicas trará economia, relevância para seu site, marca, e o principal: a atenção do seu usuário/consumidor. Por isso eu, Nivaldo Ferreira, criei este guia de boas práticas de SEO para blog que vai mudar sua visão.Por que trabalhar com BLOG?Os motores de busca (Google, Bing, Yahoo…) são respondedores de dúvidas, ou seja, para aproximarmos dos nossos usuários, precisamos trazer as respostas a estas dúvidas, não é verdade?A vertical de conteúdo (BLOG) nos ajuda a trazer as respostas em forma de conteúdo, mas o que ganhamos com isso? Proximidade, relevância, lembrança, tráfego no site, troca do usuário com a marca… e melhor, tudo isso do nosso público alvo.Um passo antes de começar a criar conteúdo (POST)Antes de começar a criar conteúdo, não poderia faltar entre das dicas de SEO um checklist:➜ Sei qual público alvo e personas quero atingir?➜ Tenho um objetivo para cada conteúdo que vou criar?➜ Tenho definido o tom de voz que vou usar em meus artigos (POSTS)?➜ Tenho territórios e calendário editorial pré definido?➜ Tenho “braço” para criação de conteúdo que cubra o calendário que criei?➜ Vou acompanhar de quanto em quanto tempo cada conteúdo publicado?Sem estes pontos definidos, não adianta seguir as boas práticas de SEO para blog, na verdade, não adianta nem criar uma vertical de conteúdo pensando neste formato.Guia de boas práticas de SEO para blog:Vamos agora de oferecer diversas dicas de SEO para uma estratégia eficiente e que trará resultados.Primeiro passo: PautaCrie uma pauta que faça sentido a criação de conteúdo.A primeira boa prática de SEO é pesquisar as buscas dos seus usuários. Como todos sabemos, tudo que digitamos nos buscadores são chamados de palavras-chave, e hoje, com ferramentas conseguimos entender qual a tendência de busca e volume de busca destas palavras-chave. Quais são essas ferramentas que ajudam a pensar em conteúdos?Google TrendsO Google Trends é uma ótima ferramenta de análise de tendência de busca. Nela conseguimos analisar por tema ou por palavra-chave.UbersuggestO Ubersuggest analisa o volume de busca das palavras-chave. Também conseguimos entender a dificuldade de ranqueamento.Answer de PublicNo Answer de Public conseguimos entender quais as buscas com perguntas são mais feitas, “como”, “porque”, “quando” entre outras.Existem outras diversas ferramentas que irão te ajudar, mas essas são as que uso no meu dia a dia na criação de pautas.Mesclando dados destas três ferramentas conseguimos gerar uma lista de pautas com uma tendência de busca alta, volume de busca alta e concorrência baixa, tá aí o segredo de uma boa pauta para SEO.Segunda boa prática: PesquisaAgora que tem a pauta, sua próxima tarefa deste compilado de dicas de SEO é pesquisar. Jogue no Google a palavra-chave que escolheu para produção do seu conteúdo. Selecione as dez primeira posição e leia tudo, isso mesmo, leia TUDO!Aqui, o seu seu objetivo é entender quais tipos de conteúdo a rede de pesquisa está posicionando nas primeiras posições, analisar volume de escrita e quantidade de elementos na página (caracteres, palavras, fotos, listas, infográficos…).Análise a qualidade da escrita e do conteúdo. Qual será o seu objetivo agora? Criar um texto melhor que os dos “concorrentes”.Terceira boa prática: Escrever para o usuárioLembre-se, o seu leitor é um usuário e não um robô!Busque trazer em seu conteúdo:➜ Conteúdo em blocos: use blocos de até 5 linhas de escrita, isso ajudará na leitura;➜ Elementos: busque trazer o máximo de elementos que ajude na leitura, como listas ordenadas ou desordenadas, imagens, infográficos, áudio descritor, citações entre outros;➜ Personalidade: Não esqueça do seu tom de voz de marca;A experiência do seu leitor é o que tem que estar na sua cabeça no momento da escrita, pensar assim está dentro das boas práticas de SEO para blog.Quarta boa prática: Os buscadores!Depois do conteúdo pronto, agora você irá otimizá-lo para os mecanismos de busca.Uma estratégia de SEO compõe três pilares: Tecnologia, Conteúdo e Popularidade. Vamos olhar a estratégia em cada um dos pilares.Como trabalhar as técnicas de SEO para blogTecnologiaNeste pilar, o primeiro passo é olhar se suas imagens estão com o peso adequado. Existe uma ferramenta chamada TinyPNG que otimiza as imagens deixando-as com o peso adequado sem que perca sua resolução.Agora, vamos validar a estrutura das tags de cabeçalhos, os famosos “Hs”:H1: Título principal da página. Só podemos utilizar UM por página.H2: Escala de hierarquia abaixo do H1.H3: Escala de hierarquia abaixo do H2....No momento que o usuário aperta o “enter” após escrever a sua busca no Google, milhares de aranhas (robôs) caem em bilhares de páginas para encontrar o melhor resultado possível para aquela busca.A escalabilidade dos cabeçalhos ajuda e MUITO nesta busca das aranhas. Os robôs vão ler o H1, depois o H2… e entender se realmente é aquela a busca do usuário.Depois que as imagens estão otimizadas e a estrutura/escalabilidade dos cabeçalhos ajustadas, vamos jogar a URL pronta do conteúdo no Pagespeed, uma ferramenta do Google que avalia a velocidade de abertura de página.Você coleta os pontos de melhoria e busca os ajuste junto com profissionais de tecnologia para alcançar uma nota maior do que 70.Uma pesquisa de concorrência jogando as URLs deles também é super válida neste momento.ConteúdoSelecionar de duas a três palavras-chave por conteúdo. A pauta é super importante neste momento, olharemos volume de busca e concorrência das palavras-chave para ajudar na escolha.Espalharemos estas palavras-chave em nosso conteúdo com inteligência, usando uma boa prática de em média 3% de uso e repetição de cada palavra-chave. Ou seja, a cada 100 palavras em nosso texto, 3 será a palavra-chave escolhida. Podemos explorar sinônimos das palavras-chave.Usar as palavras-chave selecionadas no título e descrição (aparecem no resultado de busca), no H1 e também se possível em demais cabeçalhos e início de blocos de textos escritos.Se possível também, usar palavra-chave no texto alternativo das imagens, nas URLs e menus. Mas lembre-se, não faça alterações que afeta negativamente na experiência de leitura dos usuários.PopularidadeO pilar de popularidade trabalha estratégias de aumento de relevância na web. Uma boa estratégia é trazer backlinks espalhados no texto. Links que te levam para conteúdos internos (dentro do domínio) e conteúdos externos (fora do domínio).Espalhar o conteúdo nas redes sociais também é uma ótima forma de popularizar e criar mais links que direcionam à página.Estratégias PR, influenciadores e até de SEM (mídia paga) também é são muito bem vindas para o aumento de popularidade do conteúdo criado.Não esqueça da acessibilidade!Entre as boas práticas de SEO para blog que irá trazer ótimos resultados de posicionamento orgânico é a de acessibilidade.O Google e os outros mecanismos de busca pontuam positivamente as páginas que buscam trazer melhor acessibilidade. Então vamos lá:Texto alternativo nas imagensOs usuários com deficiência visual fazem a leitura das imagens com uma tag setada no código, chamada, ALT (texto alternativo). Este texto alternativo deve se a descrição exata da imagem, então, se tivermos uma imagem de um menino comendo maçã em um barco o texto alternativo deve ser: “menino comendo maçã em um barco”.Sequência e escalabilidade de “Hs” corretaA sequência correta da informação setada na tecla tab ajuda muito os deficientes visuais navegar nas páginas.Existem diversas aplicações e plugins que auxiliam diversas deficiências e dificuldades na leitura das páginas.Mobile firstNão se esqueça que primeiro o Google avalia como o seu conteúdo se comporta em ambiente mobile para depois analisar os outros ambientes.Traga a melhor experiência de conteúdo, tecnologia e popularidade no mobile, sua página deve ser responsiva!Como alcanço as primeiras páginas e posições com meu conteúdo de BLOG no Google?Última dica! Depois de seguir as boas práticas de SEO para blog, NÃO ESQUEÇA de acompanhar periodicamente o conteúdo postado. Nada impede de ajustar o conteúdo se ele não estiver performando bem.Use o Google Search Console para indexar e acompanhar os resultados. Use também o Google Analytics para entender volume, quem é e de onde vem os acessos orgânicos do conteúdo/post criado.Aprenda mais sobre SEO no nosso curso de Marketing Digital! Ao longo das aulas você desenvolve um projeto completo pensando no mercado atual para treinar tudo o que aprender sobre a área.Leia mais no blog DH:+ SEO para E-commerce: como ranquear sua loja virtual+ Brand Personas: o que são e como fazer?+ Estratégia para gerar leads: do básico ao avançado

Tudo sobre MVP: o que é, tipos de Produto Viável Mínimo e exemplos reais img
#UX

Tudo sobre MVP: o que é, tipos de Produto Viável Mínimo e exemplos reais

Que ele é essencial para o sucesso de muitas empresas, incluindo as startups, sabemos. Mas hoje é dia de ir a fundo e ler o que é MVP e o que você precisa saber sobre este processo.O Produto Viável Mínimo, na tradução da sigla em inglês MVP, ajuda empresas a lidar com diversos fatores de risco, como faturamento instável, mercado dinâmico, volátil e concorrência acirrada. Fazer um de qualidade, garante que sua empresa se aproxime mais das metas e se distancie da concorrência em vantagens competitivas.O que é um MVP e qual a importância dele?Qual o conceito de MVP? Em linhas gerais, é um processo facilitador, com a missão de reduzir fatores de risco de aceitação de um produto, com menos quantidade de exemplares, tempo e recursos. Além disso, deixa sua empresa mais perto do que se passa na cabeça do público-alvo.Ou seja, é uma forma mais simples de se testar algo que, o decorrer de todo o processo, tem como identificar de maneira breve erros no desenvolvimento daquela solução, ajustando-a às necessidades e desejos dos usuários.Mas há alguns fatores que podem dificultar na construção e aplicação de um MVP para os negócios, como a falta de exemplos consolidados e a dificuldade de desenvolver um mindset ágil.Pensando nisso, trazemos neste guia com tudo que você precisa saber sobre MVP alguns tipos de Mínimo Produto Viável para que você possa se basear, assim como exemplos de empresas que se deram bem e comprovaram a importância desta técnica em seus resultados, com base na experiência de seus usuáros (UX).Como fazer um bom MVP projetoCom tempo e dinheiro não se brinca, então se você entendeu o que é MVP, não faz o menor sentido desperdiçar investimentos e horas na criação de um produto que não resolve o problema do seu usuário, descobrindo isso justamente na fase de lançamento.Por isso, os MVPs são realizados lá no início, na fase de descoberta do cliente, dentro de product discovery, testando e validando hipóteses relacionadas à viabilidade do mercado daquele produto ou serviço, além da aderência do público que realmente interessa ao negócio. Tenha em mente que este é um produto desenvolvido com o mínimo de esforço e o menor tempo possível, então não é o momento de pensar em nada complexo. Esta é a versão mais simples da sua ideia.Tipos de MVP para testar sua ideiaExiste mais de uma maneira de criar um Minimum Viable Product e é analisando a intenção do negócio que você saberá qual escolher. Veja alguns tipos de MVP e suas vantagens:AlfaiateCorresponde a um modelo de teste em que se realiza uma ou duas vendas aos primeiros clientes, entregando sua solução como se fosse um prestador de serviço bem personalizado.Por meio desta aproximação, é possível captar a experiência do usuário, para atender e entender melhor suas necessidades, gerando aprendizados muito úteis para finalizar uma versão escalável do produto ou serviço.Mágico de OzUm modelo interessante (já dá para desconfiar pelo nome), em que o cliente não sabe que você está realizando um MVP. A experiência dele é parecida com a que teria se estivesse adquirindo a versão final. Assim, você tem uma versão fidedigna da resposta do usuário naquela utilização. ProtótipoEssa é uma versão que reúne a maior parte das funcionalidades necessárias para que a solução rode, mas sem acabamento, pois até mesmo o design ainda não está definido. A ideia do protótipo é que seja realizado em série, com aperfeiçoamento constante no decorrer da jornada de finalização, após contato com os usuários. Para este processo existem diversas ferramentas de prototipagem.Lista de e-mail e LPsOutros canais poderosos para a validação de ideias são a lista de -e-mails e as landing pages.No primeiro caso, você apresenta sua ideia e percebe como o público reage. No segundo, é possível apresentar de forma detalhada a proposta de valor do seu produto, convidando o consumidor para uma ação. AB testeO teste AB possibilita criar duas versões de sua campanha, com versões diferentes de pitch, design ou conteúdo para o seu produto.Com o resultado, a análise dos dados mostrará qual performa melhor. MockupsCrie mockups, as conhecidas maquetes, para mostrar uma versão inicial do produto para o seu público. O Mockup World e o Mockuuups são apps que podem ajudar nesta construção de um mockup para MVP.5 MVP exemplos que são inspiradoresTalvez a parte mais incrível, depois de descobrir o que é MVP, é ler sobre cases inspiradores de empresas que começaram testando sua ideia e hoje são gigantes.GrouponO Groupon iniciou por meio de um blog, onde os cupons eram enviados por e-mail, através de um PDF. A primeira versão do site era manual. Desde os trabalhos com MVP, a solução foi sendo personalizada e aprimorada.DropboxA função do MVP do Dropbox era validar o interesse das pessoas na ferramenta para saber se o modo de funcionamento era aceito por elas.Para isso, o próprio fundador, Drew Houston, fez um vídeo apresentando o Dropbox para uma comunidade da área.UberNo início, a empresa testou seu modelo de negócio e sua plataforma, por meio de  aplicativo que funcionava somente em algumas regiões, nas quais carros de luxo prestavam o serviço de corrida.A empresa continua com o MVP pelo modelo de validação ativo. Apesar dos impactos da pandemia, a empresa tem perspectiva futura do serviço de transporte com helicópteros, por meio do MVP do UberCOPTER.YubbApós a realização de entrevistas com mais de 200 pessoas, para entender as dores do mercado, o fundador da empresa lançou um vídeo, mostrando a Yubb no futuro.Depois, foi criada uma landing page e as pessoas se cadastravam na base. Todo dia, a organização procurava investimentos e montava um PDF que era enviado para o cliente, cobrando das pessoas posteriormente.Essa validação serviu de norte para entender se elas estavam dispostas a pagar pelo produto e durou cerca de um ano.Aprenda na prática a fazer MVPsEsperamos que, com esse guia prático sobre o que é MVP e como desenvolver um, você tenha inspiração suficiente de como executá-lo!Mas, caso precise de informações, conceitos e exercícios mais consistentes, você aprende a criar um MVP, com protótipos e testes de usabilidade, no curso de UX, e a definir estratégias e ideias no curso de Marketing Digital da Digital House.  Leia mais no blog DH:+ Guia para criar uma marca do zero através de canvas e exercícios de branding+ Conheça as habilidades digitais que nortearam o ano de 2020+ Saiba tudo sobre a transformação digital nas empresas

Teste de usabilidade remoto ou presencial? Conheça 3 tipos e suas diferenças img
#Dados

Teste de usabilidade remoto ou presencial? Conheça 3 tipos e suas diferenças

Os testes de usabilidade são ferramentas poderosas de avaliação sobre a funcionalidade de um site ou aplicativo, garantindo que as pessoas possam navegar com eficiência nele, em uma experiência satisfatória e que agregue valor positivo à marca.Porém, com o boom das startups e a aplicação de diversas metodologias ágeis, fica difícil decidir por um dos muitos tipos de teste de usabilidade disponíveis no universo de User Experience (UX).Para facilitar a sua tomada de decisão, separamos neste artigo três maneiras de fazer testes de usabilidade, pelas vias: presencial, online e pesquisa solicitada por orientador.Como é feito o teste de usabilidade?Teste de usabilidade online Essa opção pode ser realizada por meio de teste de usabilidade app, site ou telefone. O teste remoto pode não ser tão profundo, mas permite que você alcance um grande  número de entrevistados em diferentes áreas geográficas usando poucos recursos.A escolha depende do seu objetivo no momento. Esses métodos de teste passivos fornecem informações sobre como os usuários interagem com um site ou um app em seu “ambiente/habitat natural”.A organização das informações é feita por cards sorting, que envolvem a colocação de conceitos em cartões. Esse processo possibilita que os participantes manipulem os cartões em grupos e categorias diferentes. Depois de ordenar os cartões, eles explicam sua lógica em uma sessão de perguntas pensadas por moderadores.Para registar o feedback sobre o layout e a estrutura de navegação, os cards são muito utilizados. Por meio deles é que designer e gerentes de produto poderão se guiar em seu desenvolvimento.Sobre as ferramentas para testes online que permitem a observação remota do comportamento do usuário, podemos citar o teste de 5 segundos, onde os participantes têm este tempo para olhar a página antes de responderem à pergunta sobre percepção daquela plataforma.Há também o método do primeiro clique, onde o objetivo é avaliar se os usuários podem identificar facilmente onde precisam navegar, para concluir uma determinada tarefa. Ele é importante, pois mede quanto tempo as pessoas levam para tomar uma decisão naquele site ou app, e, consequentemente, se é intuitivo e estruturado.Teste de usabilidade presencialUma grande vantagem do teste presencial é a possibilidade de observar e analisar a linguagem corporal e as expressões faciais das pessoas, obtendo dados extras, comportamentais.Porém, esse modelo requer mais tempo que o remoto, precisa de um local adequado para a realização, data específica e recrutamento dos participantes, muitas vezes, pago.Existem testes feitos pessoalmente, de forma não moderada, realizados em um ambiente físico controlado, o que reduz a possibilidade de uma pessoa da equipe influenciar os participantes com suas perguntas.Assim, os pesquisadores só assistem, mas não participam, agindo como uma espécie de observação de laboratório. Pesquisa solicitada por orientador/moderadorEsse tipo de teste pode ser remoto ou presencial e se diferencia, pois um(a) pesquisador(a) treinado(a) apresenta o teste aos participantes, responde as suas dúvidas e pode realizar perguntas de acompanhamento. Os testes moderados têm foco em resultados mais detalhados, por interação direta entre pesquisadores e participantes. Eles investigam o raciocínio, com perguntas mais específicas sobre padrões de comportamento da pessoa.Outra característica é que este tipo de teste oferece mais recursos aos participantes que, geralmente, têm a missão de concluírem tarefas em computadores/dispositivos móveis, enquanto a pessoa moderadora treinada observa e faz perguntas.Normalmente, quem solicitou a pesquisa assiste aos procedimentos, fazendo anotações atrás de um espelho unidirecional, na área de testes.Essa prática é conhecida como teste de usabilidade do laboratório, com padrões específicos de condução, formado por um pequeno grupo de pessoas (de 8 a 10 participantes por pesquisa).Há também como esses testes serem feitos via online ou telefone, com a presença de uma pessoa moderadora treinada, com grande capacidade de análise.Neles, o moderador instrui os participantes a concluir tarefas e coleta feedback, enquanto o comportamento eletrônico do usuário é registrado remotamente.Teste de usabilidade em UXComo você pode observar, muitos são os caminhos para estudar e analisar as preferências e desejos de seus usuários e os testes de usabilidade encurtam estas distâncias, seja qual for a sua escolha.E para você estruturar um teste mais assertivo e de maneira profissional, a dica é aprender com quem realmente entende do assunto. Na Digital House, temos o curso de Experiência do Usuário que vai te ajudar a desenvolver não apenas testes de usabilidade, mas a analisar modelos mentais e otimizar resultados que geram impacto nos negócios.Leia mais no blog DH:+ Guia de Product Discovery: passo a passo e importância do processo para o seu Produto+ Etnografia no UX: como entender a relação do consumidor com produtos e serviços+ Prototipagem: 5 ferramentas de prototipação que você precisa conhecer