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Marketing de conteúdo: como fazer?

Marketing de conteúdo: como fazer?
#Marketing
24 de setembro - min de leitura

Provavelmente, você deve ter lido muito por aí que “conteúdo é rei”. A frase é uma das mais ditas por profissionais de Marketing nos últimos anos. Mas o que exatamente ela significa para o ambiente digital e melhor desempenho da sua marca?


O fato é que podemos dizer que atuar com conteúdo está na moda, pois este é o núcleo de grande parte das estratégias de Marketing Digital da atualidade. Até porque o consumidor já se cansou, e há muito tempo, da publicidade tradicional e a internet ajudou-o a fazer as devidas escolhas do que quer ou não consumir. A comunicação invasiva atrai cada vez menos e é preciso saber driblar essas barreiras.

Neste cenário, o Marketing de Conteúdo chega como uma alternativa para apresentar-se ao público por meio de mensagens atrativas e interessantes, que entregam exatamente o que ele está procurando.

O que é Marketing de Conteúdo?

Imagine que, após ter deixado seu e-mail cadastrado em uma rede de farmácias, você começa a receber dicas de saúde, bem-estar e outras informações que busquem uma melhor qualidade de vida e que reduzam os riscos de desenvolver doenças. O conteúdo parece ser bem interessante de receber e, até mesmo, compartilhar com mais pessoas interessadas, se comparado com um e-mail sobre preços de remédios, certo?

Outro exemplo? Uma newsletter semanal sobre maternidade, focando em informações para pais de primeira viagem, trazendo dicas de leituras, comportamento e educação infantil e, até mesmo, moda e lazer. Tudo isso promovido por uma empresa que vende produtos para bebês.

Isso é Marketing de Conteúdo! É uma forma de disseminar informações educacionais, de territórios próximos aos produtos e serviços que a empresa oferece, engajando o público interessado e, com isso, criando uma percepção positiva a respeito da marca.

Marketing de Conteúdo e Inbound Marketing é a mesma coisa?

Não exatamente, mas são dois conceitos muito bem relacionados. O Inbound Marketing, conhecido também como Marketing de Atração, é a estratégia que busca atrair clientes de maneira mais sutil, por meio de mensagens não invasivas e evitando a publicidade direta, do jeito tradicional como conhecemos, mas buscando a conversão e o aumento das vendas. Para fazer isso, o inbound marketing se utiliza de... conteúdo!

Isso mostra que o Marketing de Conteúdo está dentro da estratégia de Inbound Marketing. Sem uma estratégia de Conteúdo, ou seja, de relacionamento constante com o consumidor, falando o que ele precisa ouvir ou ler, não há uma estratégia de Inbound Marketing.

Por que criar uma estratégia de Marketing de Conteúdo?

Indo direto ao ponto: Marketing de Conteúdo é a melhor maneira de gerar credibilidade e confiança ao seu público, o que melhora a reputação da sua marca. Aliás, num mercado com cada vez mais competitividade, ganha quem for relevante e souber gerar um bom diálogo. 

Quando o conteúdo é atraente e traz informações valiosas, as pessoas gostam, pedem mais e começam, aos poucos, a pensar o mesmo sobre o seu produto. Isso vai desenvolvendo a confiança delas, o que também impacta na consideração de marca.

Além disso, a produção de conteúdo impacta diretamente na otimização da estratégia de posicionamento em sites de busca, o famoso SEO. Textos envolventes e interessantes feitos com as palavras-chave certas serão bem posicionados no Google, aumentando a quantidade de visitas ao seu site e de novos leads. A consequência maior disso tudo, é claro, é a conversão, pois ali estarão potenciais consumidores interessados em adquirir o que você tem a oferecer!

Passo a passo para uma estratégia de Marketing de Conteúdo de sucesso

Agora que você já entendeu a importância dessa estratégia, que tal aprender um passo a passo de como implementar uma no seu negócio? Aqui temos 5 pontos essenciais para garantir que seu conteúdo seja realmente relevante e gere os resultados que você deseja:

1. Estabeleça seus objetivos e metas

Tudo começa no planejamento, certo? Por isso, antes de sair produzindo conteúdo por aí, planeje suas metas. Pare e pense os porquês de se fazer uma estratégia de conteúdo (engajamento? Melhor ranqueamento no Google? Mais tráfego pro site? Mais vendas?), quem você quer alcançar, que benefícios seu conteúdo vai oferecer e como você pretende colocar tudo no ar. 

Depois de ter essa primeira parte bem definida, podemos começar a pensar nas métricas de sucesso dos seus conteúdos, que é nosso próximo passo dessa lista!

2. Conheça bem seu público e reveja a jornada do cliente

Ter uma buyer persona bem definida é essencial para saber se o conteúdo faz sentido para o público que você deseja atingir. Se você ainda não sabe quem é seu público-alvo, faça pesquisas, converse, investigue. De nada vai adiantar comunicar qualquer coisa que seja se o público não tiver interesse real nessa conversa.

Após isso, mapeie e construa a trajetória que seu target passa desde o momento inicial de contato com sua marca até a fidelização: quais canais ele utiliza, qual seu comportamento, quais dificuldades ele pode encontrar no meio do caminho, etc. Isso vai ajudar a determinar que tipo de conteúdo fazer e em qual canal impactar seu público.

3. Faça um benchmark com os canais de mais destaque em conteúdo online

Busque referências, aponte o que os sites mais consolidados têm feito, observe que tipo de conteúdo mais te agrada e por quê. E, acima de tudo, observe que ninguém ainda fez, para que o seu conteúdo seja ainda melhor do que os atuais! Aperfeiçoe sua estratégia a partir das que já são consideradas um grande sucesso.

Com isso, você já consegue definir quais tipos de conteúdos seriam mais relevantes para seu público: posts de blog ou redes sociais? E-mail marketing ou vídeos no Youtube? E-books? Podcasts? Opções não faltarão, hein!

4. Faça um brainstorming para ter ideias

Ninguém trabalha sozinho no mundo do Marketing Digital! Então, você pode contar tanto com a ajuda de pessoas próximas, apresentando suas ideias e buscando a validação delas, quanto com profissionais da área, colegas de profissão ou especialistas, fazendo um trabalho conjunto.

Não esqueça que duas cabeças pensantes são sempre melhor do que uma e, mesmo que você trabalhe sozinho, existem diversas possibilidades de encontrar boas soluções para sua estratégia criativa.

5. Defina seus KPI’s

A melhor maneira de saber se a estratégia está funcionando é mensurando os resultados, ou seja, estabelecendo os indicadores chave de desempenho, também conhecido como KPI. Se seu objetivo era aumentar a quantidade de Leads, pode observar quantos novos subscribers você adquiriu desde que a estratégia começou a rodar.

Já se, no seu caso, a meta eram vendas, veja se as conversões do período vieram por meio daquele seu último post do blog. Isso pode ser visualizado ao criar links parametrizados, o que facilita esse “rastreio” do público para ver qual caminho foi feito desde o clique no conteúdo até o final da jornada dentro do site.

Ou seja, o processo não acaba após a publicação. Bem pelo contrário, a otimização será constante e observar os resultados te ajudará a manter a estratégia sempre saudável e bem-sucedida!

Produzir conteúdo não é tão simples e, mesmo seguindo o passo a passo, nem sempre se acerta de primeira. Mas isso jamais deve ser visto como um motivo para desanimar. Manter a mentalidade de testar tudo o tempo todo é fundamental! Os acertos e erros trarão todo o aprendizado necessário para que sua marca tenha êxito na estratégia de conteúdo. Acredite e vá em frente! Boa sorte!

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#Dados

Internet das Coisas no dia a dia: exemplos de como a revolução tecnológica está na sua rotina

A Internet das Coisas caminha forte rumo ao futuro e tende a estar cada vez mais presente no cotidiano de cada um de nós. Mas antes de entrarmos a fundo no assunto, é preciso explicar o que é Internet das Coisas, já que o termo, para alguns, remete à tecnologia, porém...o que significa? A famosa IoT, como é conhecida, nada mais é que a interconexão de objetos do dia a dia com a internet, ou seja, a tecnologia moldando o comportamento das pessoas dentro das casas, empresas, cidades, borbulhando a todo momento. Estes dispositivos, móveis ou não, têm sensores, circuitos eletrônicos e softwares capazes de coletar, processar e trocar dados.Internet das coisas no dia a dia Esta revolução tecnológica não é coisa “do futuro”. Ela é atual e evolui como parte da Transformação Digital. Portanto, inseri-la ao seu contexto profissional faz parte deste processo.Por exemplo, sabia que neste momento você pode estar usando ela sem ao menos perceber? Então, pelo uso do seu celular. Inúmeras funcionalidades dele (mesmo quando desligado) dizem respeito à IoT.  Líderes da Associação Brasileira de Internet das Coisas avaliaram o cenário brasileiro e latino-americano, durante o IT Forum 365, em 2019, afirmando que IoT não é futurismo.Eles dizem isso, pois a transição global para uma economia e estilo de vida digitais das pessoas anda a todo vapor. Ou seja, além do exemplo do seu celular, a IoT está presente na coleta dados de pesquisas que você faz para compras, enviando propagandas, nos seus games, no uso de assistentes virtuais e interligando sua geolocalização a apps de alimentação, mobilidade etc. Podemos citar mais alguns exemplos de Internet das Coisas no Brasil e resto do mundo:Casas inteligentes/automação residencialCompostas por itens como fechaduras inteligentes (smart locks), sistemas de segurança, automação de toda parte elétrica e eletrodomésticos pertencentes a uma casa e até mesmo condomínios. Estes sistemas são conectados à internet por Wi-Fi e Bluetooth e permitem que portas sejam controladas digitalmente e à distância. TermostatosOs termostatos inteligentes medem a temperatura de um ambiente, regulando aparelhos como ar-condicionado ou aquecedores da maneira adequada. Além disso, por meio da conexão com a internet e capacidade de processamento, os dispositivos aprendem com a rotina da família e podem ser controlados à distância, por app.Automóveis conectadosNeste caso, os automóveis têm painéis de conexão à internet e integração com aplicativos populares, como redes sociais e apps de entretenimento. Isso é o que temos para hoje. Mas, a evolução (em fase dos últimos testes) traz carros inteligentes, como os da Tesla, sem motoristas, que funcionam por energia elétrica e trazem soluções de logística e rotas logísticas mais estratégicas.IoT na saúdeNeste setor, os dispositivos automatizados se conectam e compartilham dados de pacientes e pesquisas, diretamente para um sistema de controle, facilitando e agilizando diagnósticos.AgroTechA IoT já ajuda produtores rurais a melhorar suas plantações. Com sensores, o agricultor é capaz de detectar a temperatura e a umidade do ar e ativar sistemas de irrigação. Além disso, pela rede, eles acessam bancos de dados e projeções meteorológicas. Assim, se programam com antecedência e tornam suas lavouras mais econômicas e sustentáveis.+ A Inteligência Artificial faz parte da sua rotina: veja exemplos no entretenimento, saúde e alimentaçãoDesvendar IoT nunca foi tão acessívelVocê deve ter notado que a nossa Era Digital é composta pela interação homem-máquina. E essa condição precisa ser encarada sem medo. Ele só aumenta temores inexistentes. Afinal, a tecnologia veio a nosso favor, e pode ajudar no dia a dia de inúmeras maneiras.Na Digital House, você tem a oportunidade de imergir no mundo da IA, essencial para IoT através do curso de Inteligência Artificial. Por meio de aulas práticas e dinâmicas, comandada por especialistas do mercado, você se atualiza sobre uma das profissões do futuro, e se torna o profissional que as empresas procuram. Vamos lá? A área da tecnologia te espera!

Como criar um design responsivo para oferecer a tão esperada navegação amigável img
#UX

Como criar um design responsivo para oferecer a tão esperada navegação amigável

Se você deseja vender mais e obter maior visibilidade de marca, terá que oferecer uma boa experiência ao seu usuário, esteja ele aonde estiver. Ou seja, precisa ter um site responsivo. Justamente aí que o UX Design ganha seu protagonismo.No mais recente estudo do Google, “O mundo nunca será o mesmo”, foram projetados os impactos da pandemia no comportamento, consumo, trabalho, finanças e economia, trazendo uma mensagem objetiva: tudo agora se torna virtual e essa realidade desenha novos modelos de interação. Segundo ele, as buscas como “velocidade de internet” são altíssimas atualmente, ponto importante para o home office, que antes era uma prática rara, e hoje é o dia a dia de muitos. Para o mundo pós-pandemia, o estudo de nome emblemático também prevê que o comportamento dos usuário ficará muito mais exigente (ainda!) quanto à rapidez e eficiência na resposta das empresas e seus canais online, incluindo atendimento. Sendo assim, vem aprender como criar páginas responsivas e que oferecem uma experiência de qualidade para o usuário.A importância do design responsivoAntes de mais nada, vamos relembrar o que é um design responsivo. A abordagem é um conjunto de técnicas que garante um site acessível a qualquer tipo de dispositivo, seja ele desktop ou móvel. Essa aplicação no código envolve HTML, CSS e algum framework, como o Bootstrap. Com essa técnica, seu site se ajusta de acordo com o tamanho da tela do usuário.O próprio Google recomenda esse tipo de design responsivo como uma forma de otimizar a experiência do usuário, para evitar duplicações de conteúdo e obter imagem consistente.Agora, voltando o foco para a parte que vai além da técnica, a área de UX encontra alguns desafios nesta criação:➜ Atingir o mesmo grau de satisfação do cliente, tanto por dispositivos móveis quanto desktops;➜ Que toda a jornada do usuário no site seja estratégica, simples e encantadora.Os profissionais certos para esta missão são das áreas de UX/UI, pois, com suas skills, pensam nas funcionalidades e maneiras de capacitar e gerar um caminho interessante a quem acessar aquele site, por ambas as vias, e não apenas pela ótica da adaptação dos tamanhos das telas, imagens ou da otimização do menu.Guia básico para criar um design responsivoO professor de UX da Digital House e especialista no assunto, Renato Gondra, elenca três pontos para te dar uma luz durante o desenvolvimento responsivo. São eles:Busque referênciasO famoso benchmark é importante. Ou seja, olhar o que marcas bem conceituadas fazem é uma inspiração a ser seguida. Veja o site no desktop e depois no smartphone. Analise e compare as diferenças.“Também vale olhar os guias de design system do Android e do Apple IOS. Alguns dos componentes dos apps podem ser aproveitados em sites responsivos”, finaliza.Pense Mobile FirstHoje mais de 70% do tráfego da internet é feito através de smartphones. Então, prefira começar desenhando seu produto digital para smartphones. Assim, você inicia já com foco na simplicidade e fica mais fácil transformar num site para desktop.“Mas lembre-se: é papel do designer desenhar pelo menos essas duas versões de tela”, ressalta Gondra.+ Veja nosso inforgráfico completo sobre a mudança do Mobile First para Mobile OnlyComponentes (Assets) que podem ser adaptadosDurante o design, você poderá apontar particularidades em cada tipo de dispositivo. Alguns elementos podem se comportar de maneira diferente em telas menores. Então, é importante ficar atento a isso.“Uma tabela que funciona bem em desktop pode não promover uma boa experiência em smartphones. Nesse caso, você pode trocar por um card expansível, por exemplo”, completa.Além disso, no momento do desenvolvimento, continue a estudar essas interações. E, após ele, o trabalho não para. Faça testes de usabilidade e brainstorm com sua equipe. E vamos a mais técnicas de design responsivo1. Atenção para a velocidade de carregamentoFique atento à velocidade de carregamento do site - se demorar muito, seu cliente pode não estar tão engajado na sua marca para esperar. Além disso, esta falha pode remeter a uma característica da própria empresa. 2. Menos efeitos podem entregar mais experiênciaOs efeitos podem até ser atrativos, mas se seu uso for em telas maiores. Pelo acesso em dispositivos móveis ou tablets, pode ocorrer o contrário. Sendo assim, teste este atrativo nos dois canais e observe se passa a mesma mensagem, antes de aderir.3. Utilize imagens flexíveisImagens pesadas e estáticas podem ser interpretadas como ultrapassadas. Em um site adaptável, se usa imagens leves, que possam ser carregadas em qualquer dispositivo, pois se adaptam a diferentes tamanhos de dispositivos, ou seja, medidas fluidas.4. Textos legíveisDispositivos móveis têm telas menores e precisam de legibilidade para o usuário. Então, recomendável colocar os textos que evitem precisar de zoom toda hora.Como dar os primeiros passos na área de UXCriar navegações amigáveis é uma tarefa que ultrapassa técnica e programação, já que coloca a perspectiva do usuário como a espinha dorsal de qualquer fluxo de experiência, sendo um exercício de concentração, observação e ação. Com a habilidade digital de UX Design aprendida e bem desenvolvida, você poderá fazer um design responsivo que capte audiência, conversões e, o mais importante, tenha sucesso na interação do usuário, tornando ela mais agradável, simplificada e útil. Este feito traz não só vendas como resultado, mas fidelização. Na Digital House, você aprende toda a teoria por trás de UX, mas também põe a mão na massa desde as primeiras aulas. E então, vamos investir em um curso de UX que vai te destacar no mercado? A área só cresce, assim como a busca por profissionais capacitados! + Experiência DH: o que nossos alunos de UX têm a dizer sobre as aulas remotas?

Google Ads: as melhores estratégias para melhorar suas campanhas img
#Marketing

Google Ads: as melhores estratégias para melhorar suas campanhas

Se você quer ser notado no online, o Google Ads precisa fazer parte da sua estratégia de marketing digital, já que esta é uma das formas mais efetivas de levar tráfego para um site. Esta eficiente ferramenta é uma forte aliada para suas campanhas, e neste artigo, separamos algumas funcionalidades do Google Ads. Vamos lá? Chegou a hora de aprender a fazer campanhas de Ads eficientes.Como funciona o Google Ads?O Google Ads, basicamente, é um sistema de links patrocinados, uma espécie de pagamento por clique (PPC - Pay-Per-Click). Vamos relembrar: toda publicidade do Google pode ser exibida de várias maneiras, por exemplo, por rede de pesquisa, rede de display e vídeo, com anúncios veiculados como:➜ Resultados de pesquisas no buscador (palavras-chaves usadas pelos usuários);➜ Banners em sites específicos;➜ Banners em canais diversos e segmentados pelo gosto do público-alvo;➜ Banners em aplicativos;➜ Banners ou vídeos no YouTube.O Google Ads permite mostrar o valor, em dinheiro mesmo, do que o anunciante investiu naquela campanha, ou seja, possibilita o controle do Retorno sobre Investimento (ROI), com a opção da configuração por dia, mês, ou por toda a campanha. Esta cobrança é realizada quando o anúncio receber cliques ou se você configurar o objetivo da campanha para conversão.Além disso, as atualizações da ferramenta tornam sua usabilidade mais assertiva para o usuário e para nós, profissionais de comunicação. E agora, as dicas infalíveis para fazer sua campanha no Google Ads performar bem:1. Estabeleça um objetivoDetermine uma quantidade, ou seja, uma proporção para sua análise de desempenho e o tempo que vai alcançar esse up nas suas vendas. Por exemplo: tenho um site que vende vinhos e uma média de 200 visitas diárias, com 2 vendas. Meu objetivo é passar a 2.000 visitas ao dia em 5 meses. Para isso, a estratégia precisa estar muito alinhada ao investimento financeiro a ser feito.2. Escolha as métricas para análiseNo momento de criar seus anúncios por meio do Ads, tente sempre fazer um apanhado de informações, um brainstorm mesmo, para enxergar as métricas que vai analisar. Neste ponto, o CTR (taxa de cliques) é uma das mais importantes, porque será ela quem vai ditar a relevância destes anúncios, que permitirá a você aparecer no Google mais bem posicionado.3. Explore os dados via Google AnalyticsPelo Google Analytics, é possível obter informações como número de visitas recebidas no site atualmente, de onde elas vieram, quanto tempo ficaram por lá, o que realmente procuravam, por onde chegaram ao site e quanto cada cliente gastou lá, em média. Assim, você conhece melhor seu público-alvo. As informações sobre a concorrência também são valiosas. Bacana saber quem são seus concorrentes no Google, como e quando anunciam, onde se posicionam, se seus anúncios são sempre os mesmos e onde eles levam.4. Crie um Call to Action (CTA) eficienteA tão desejada ação do usuário no site não se faz sozinha, não é mesmo? É necessária uma trajetória estratégica. Além disso, para alcançar uma boa taxa de conversão com seus anúncios no Ads, esta ação deve ter frequência. É de lá que saem os bons resultados. Para isso, pense se seu call to action é eficiente: mostrar ao usuário exatamente o que ele pode fazer ali, dentro do seu site, seja uma compra, baixar um conteúdo ou obter informações. É a isca e, neste momento, é preciso ser muito atrativo.5. Tenha uma landing page amigávelNa ferramenta de anúncios do Ads, você precisa de um link de saída em seu anúncio para que o usuário seja redirecionado para o local da oferta, de fato. Quando pensar em criar essa landing page para anunciar, fique atento se todos os itens estão de acordo com a política de qualidade da experiência do usuário e a deixe o mais atrativa possível, em conteúdo e visual.6. Como escolher as palavras-chaves da sua campanhaEscolher as palavras-chaves é importante para ajudar a ranquear seu anúncio. Esse é um momento cirúrgico em que se deve avaliar:➜ O cuidado ao trabalhar a correspondência ampla destas palavras, em cima de similaridade. A long tail funciona bem para a busca orgânica. Mas, nos anúncios Ads, essa correspondência pode não dar muito certo;➜ Procure usar sempre termos compostos nas palavras-chaves, não tão exatas. Assim, a probabilidade de conseguir melhores resultados em seus anúncios Ads é maior;➜ Palavras-chaves negativas têm seu papel importante no alcance do objetivo com anúncios Ads. Negativar palavras é fundamental para que sua campanha conquiste relevância;➜ Não use palavras-chave duplicadas. O próprio Google desaconselha fazer campanhas diferentes, mas focando na mesma keyword. Portanto, trabalhar com um menor número de palavras-chaves, mas mais específicas, dão mais resultado;7. Direcione seus anúncios para o lugar certoAqui, a melhor estratégia é direcionar seus usuários para as páginas específicas dos produtos/anúncios clicados. Era ali que ele queria chegar. Além de trazer uma taxa de conversão maior, você não cansa a paciência do cliente, mandando ele para a página inicial e fazendo ele “se achar” depois. Outra dica é unir esta estratégia a uma campanha de Search Engine Marketing (SEM) e a de otimização do SEO.8. Selecione a localização, mas de forma manualNos anúncios Ads, você pode optar por fazer a segmentação por raio. A plataforma te dará a opção de colocar um valor para organizar a área de veiculação. Incrível, só que não. Em alguns testes de usuário, foi constatado que a precisão não é esse oceano azul que parece, no que se refere aos resultados. Então, a dica aqui é você mesmo programar, manualmente, o raio de atuação de sua campanha. 9. Faça anúncios em dispositivos móveisAnúncios em dispositivos mobile é uma questão de necessidade. Portanto, anuncie nesta versão, sempre. Desta forma, você amplia suas oportunidades, aumenta vendas, sua autoridade e atinge muitos outros benefícios que os anúncios Ads proporcionam.+ Veja um infográfico completo da mudança do Mobile First para Mobile Only10. Qual o custo do Google Ads?O Ads tem um sistema de faturamento próprio e que pode ser complexo para quem está começando. Vale pedir ajuda para alguém que entenda melhor de contabilidade. Mas, o investimento, se feito com estratégia, dá retorno.Segundo o próprio Google, em seu levantamento para medir o quanto os anunciantes e a  economia local ganham com suas ferramentas de busca e publicidade, evidenciou o montante de 41 bilhões de reais em atividade econômica no Brasil em 2018, e este número só tende a aumentar (Relatório de Impacto Econômico do Google no Brasil).+ Como saber se sua estratégia de marketing digital está dando certo?Deu para perceber como é possível acertar em cheio seu público-alvo através do Google Ads? Para entender ainda mais sobre o assunto, tendências de mercado e aprender com especialistas em estratégias online, você pode investir nos cursos de marketing digital da Digital House. No total, são três níveis, do iniciante ao avançado, para se atualizar sobre esta área que só cresce. Aproveite o momento para transformar sua carreira, e futuro.