MENU

| BR

Campus

Cursos

Programas Executivos

Paises

O que vai mudar com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP)?

O que vai mudar com a Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPDP)?
#Dados
3 de dezembro - min de leitura

A nova lei dá mais direitos aos donos dos dados e mais deveres a seus guardiões, saiba como isso pode afetar sua empresa.


Em 2018, o então presidente Michel Temer, sancionou a nova Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais, que define regras, direito e deveres relacionados a dados pessoais e como empresas manipulam, tratam e utilizam esses dados.

Essa lei é uma tendência mundial, que surgiu em resposta ao vazamento de dados que acontecem em 2017 com o Facebook. Saber que as informações pessoais de tantas pessoas estavam à disposição na internet fez com que todos dessem um passo para trás e refletissem sobre a importância de seus próprios dados – e sobre a responsabilidade de empresas em garantir sua segurança.

A nova lei brasileira só entra em vigor em agosto de 2020. Ao aprovar a legislação, o Congresso entendeu que muitas empresas precisariam de tempo para se adaptar às novas regras – e ainda bem! A LGPDP pode causar um grande impacto, principalmente em empresas menores.

Para entender melhor o que muda com a Lei Geral de Proteção a Dados Pessoais, você precisa entender como a lei enxerga dados, usuários e o papel das empresas nessa história toda.

A partir de 2020, qualquer dado que seja coletado, pode ser do mais simples como nome e endereço de e-mail, entram nas regras da nova lei. E ela se aplica a qualquer tipo de empresa, não só aquelas que, de fato, fazem grande uso de dados, como empresas de Marketing Digital ou bancos, por exemplo.

Isso significa que escolas, dentistas, empresas de transporte, qualquer negócio que lide com informações de terceiros em um banco de dados estará submetido à LGPDP. Quem não cumprir as regras terá que pagar uma multa equivalente a 2% do faturamento da empresa, com um limite de R$ 50 milhões, e sofrerá bloqueio imediato dos dados relacionados à infração.

Como você, usuário, se beneficia com a Lei?

Uma das maiores mudanças está relacionado aos chamados “dados sensíveis”, uma nova categoria criada pela LGPDP que coloca origem racial ou étnica, convicções religiosas, opiniões políticas, saúde ou vida sexual em um maior nível de proteção, a fim de garantir que não haverá discriminação por causa desses dados.

Os usuários também poderão perguntar a qualquer empresa se ela possui dados a seu respeito e solicitar quais dados, a quem foram repassados esses dados e com qual finalidade. Ele poderá cobrar a correção de registros incorretos e, em determinador casos, pode se opor a determinado tratamento de seus dados.

Como preparar sua empresa para a Lei?

Como empresa, você deverá sempre informar, ao coletar um dado, a sua finalidade para o usuário. Se ele aceitar, você deve garantir que o dado será tratado de acordo com a finalidade descrita e acordada.

É dever da empresa garantir a segurança dessas informações e informar o usuário se houver qualquer quebra de sigilo ou incidente.

Para conseguir garantir tudo o que a lei prevê, será necessário fazer um investimento em estrutura, equipe e treinamento dentro da sua empresa. A segurança do seu sistema precisará ser revisitada, um simples antivírus não é mais garantia de que os dados dos seus clientes estão seguros.

De acordo com a lei, é obrigatório que o tratamento de dados seja conduzido por uma equipe de especialistas de TI, que deverá ser contratada caso sua empresa não possua uma. Novas políticas internas e planos de proteção de dados deverão ser desenhados, assim como estratégias de prevenção e gerenciamento de possíveis crises (como vazamento de dados).

Por fim, a empresa inteira precisa estar alinhada às novas regras, com um treinamento ou distribuição de comunicados, informando sobre a nova responsabilidade acerca das informações pessoais de seus clientes.

Agora que você já tem maiores informações, pode se preparar para quando a lei entrar em vigor e não ser pego desprevenido! Ainda há alguns meses para se organizar, procurar uma empresa de TI que possa te ajudar ou formar seu próprio time, e desenhar sua estratégia para tratar, coletar e utilizar dados com mais responsabilidade e segurança.

Outras notícias

Como conseguir vendas através do Instagram Shopping  img
#Marketing

Como conseguir vendas através do Instagram Shopping

É com um clima “descompromissado” e prático que o Instagram Shopping está ganhando cada vez mais espaço na visão dos usuários.A função, que é uma oportunidade e tanto para as marcas, agrega estratégias de marketing digital de negócios menores até grandes empresas. Mas para que a ferramenta seja eficiente, é importante saber como o Instagram Shopping funciona.Instagram Shopping: como vender mais pela rede socialA rede social se tornou uma opção valiosa para a venda remota. Entre as demais, o Instagram pode ser a melhor alternativa para quem tem um e-commerce.Com mais de 64 milhões de usuários, o Brasil é o segundo país com maior número de pessoas no Instagram, atrás apenas dos Estados Unidos. Segundo pesquisa do pesquisa do Opinion Box, 25% dos internautas dizem que ela é sua rede social mais utilizada. 8 em cada 10 de seus usuários seguem perfis de empresas e 50% dizem já ter comprado algum produto ou contratado algum serviço que conheceram no Instagram.Essa, indiscutivelmente, é uma poderosa rede social para os negócios. Mas, para que cumpra bem seu papel, é necessário que seu e-commerce utilize todos seus recursos e da melhor forma possível.Para entender esse sucesso todo, é só seguir o raciocínio, quase tão simples como a lógica da rede: o Instagram é uma grande vitrine pessoal, natural que seja uma vitrine comercial também, que age por identificação direta com as imagens em sinergia com o comportamento e interações do usuário.Ou seja, a compra faz parte desta experiência, muitas vezes quase como uma consequência da jornada.Como configurar o Instagram Shopping da sua marca  O recurso permite vender por meio do próprio aplicativo, e para isso, é utilizada uma nova aba no feed da página. Nesse espaço, são colocados os produtos que estão para compra, já com o preço informado.Para começar a usar a ferramenta, basta linkar o seu perfil do Instagram com um catálogo do Facebook, que vai manter os seus produtos disponíveis na loja. O Instagram vai verificar a sua conta, seus produtos, e com o conteúdo aprovando, já pode começar a ser usado. Essa solução permite às empresas criar, então, suas lojas dentro da própria rede social, com um objetivo claro: facilitar a venda, tanto para quem vende quanto para o cliente. Da mesma forma que os posts patrocinados impulsionaram os anúncios no Facebook, no Instagram Shopping são aproveitadas a naturalidade e a facilidade da rede para aumentar o volume de vendas.Estratégias para conseguir vendas no InstagramPara que entenda mais detalhes de como usar a ferramenta, separamos algumas estratégias para a sua loja no Instagram:➜ Atentem-se às informações básicas do post, por exemplo, qualidade da imagem, legenda, perfil e bio estruturada.➜ Tente variar formatos. É  possível destacar até cinco produtos por fotos no feed, mas existem outros formatos que funcionam bem. O carrossel pode ser uma boa maneira de mostrar os produtos individualmente, um por foto, ou mesmo um volume maior (é possível etiquetar 20 peças).➜ Stories são muito importantes para destacar produtos, promoções etc. Você pode etiquetar os produtos diretamente por eles, ilustrando o uso. Além disso, é uma forma orgânica de divulgar seus produtos.➜ Os posts precisam seguir a estética das fotos naturais. Os com etiquetas devem ser bem trabalhados, pois precisam ser reconhecidos imediatamente, com identificação direta a sua marca.➜ Evite que as etiquetas fiquem muito próximas umas das outras. Isso dificulta o processo de assimilação do usuário. ➜ Confira sempre se suas tags estão indo para o produto certo. Um simples erro aqui pode resultar em uma experiência negativa ao usuário e comprometer a imagem da sua marca, além de contabilizar menos uma venda.Por que você deve usar o Instagram ShoppingEntre as vantagens da função, além das já especificadas ao longo do artigo, ele permite um processo de mensuração e acompanhamento de resultados orgânicos, já que o público interage diretamente com seus posts de vendas.A ferramenta é eficaz, especialmente às pequenas empresas, que vendem diretamente pela rede social. O engajamento com os fãs e a facilidade da experiência de navegação e de compra resultam em um volume maior de  visibilidade e produtos vendidos.No curso de Marketing Digital, da Digital House, você vai dominar a construção de estratégias para esta rede, Facebook, LinkedIn, Google (Search, display e remarketing), e-mail marketing e todas elas juntas, no mesmo sentido. Ao longo das aulas, os alunos aprenderão, com teoria e muita prática: branding, storytelling, SEO & AEO & Link Building, gestão de conteúdo e tudo o que é preciso para se tornar habilitado para os desafios da Transformação Digital e novos hábitos de consumo.

O poder do mindset ágil: como desenvolver a soft skill para ter uma mentalidade flexível img
#UX
#Marketing
#Tecnologia
#Dados

O poder do mindset ágil: como desenvolver a soft skill para ter uma mentalidade flexível

A Transformação Digital já se tornou um 'must-have' da continuidade dos negócios das empresas, independentemente do tamanho delas. Quem não está de olho nesse movimento precisa correr atrás do tempo perdido, e, neste sentido, um mindset ágil pode encurtar distâncias.Esse processo não se resume em levar tecnologia para dentro da companhia. Transformação Digital mexe com toda a estrutura da organização, inclusive na questão comportamental, sempre com foco em excelente desempenho e resultados melhores.Se você está passando por uma situação similar, já compreende como a inovação vai além de tech, atuando na área do comportamento, por exemplo. E mesmo se não entendeu de imediato, vai assimilar neste artigo o que é mindset ágil e como desenvolver esta soft skil.+ Conheça as soft skills mais procuradas no mercadoO que é Mindset ágil, a flexibilidade do pensamentoEm um processo de implementação da Transformação Digital dentro de uma empresa, pessoas serão excelentes executoras de frameworks agile, como o Scrum, e garantirão a entrega no modelo proposto, ou seja, vão seguir receitas prontas do que já está preestabelecido.Porém, quando falamos em desenvolvimento de processo (não da implementação), essas pessoas podem ter dificuldades por não se tratar de ferramenta e execução, mas de mindset, ou seja, flexibilidade de pensamento. É aí que entra a implementação da cultura ágil.Resumindo, a principal missão do mindset ágil é a mudança de comportamento pessoal, muitas vezes, incluindo a quebra de paradigmas. E neste ponto, a mentalidade dentro organização, incluindo a integração da equipe, influenciam muito no objetivo. E qual seria o combustível para este pensamento disruptivo ativar? Não trazemos uma fórmula pronta, muito menos mágica, aqui. Mas exploramos dicas de como ter um pensamento flexível.Cultura do crescimentoA revolução do gerenciamento ágil está transformando o mundo e a forma de se trabalhar em equipe, assim como as lideranças na Era Digital. Nele, o objetivo é aprender e reaprender. Isso quer dizer que fomentar o aprendizado das pessoas é fundamental para se ter um mindset ágil. Aqui, não estamos nos referindo a treinamentos técnicos, mas de permitir errar e aprender com os erros. Fracassos e bons resultados do dia-a-dia são os ensinamentos que fortalecem essa cultura.Metas, erros e acertosMetas, em um time, podem ser consideradas o primeiro pilar de êxito. Sem metas e objetivos, como seu time vai aprender a se auto-organizar? Eles fazem parte do desenvolvimento de um mindset ágil e precisam ser claros e objetivos. Um dos grandes segredos de sucesso dos métodos ágeis são seus ciclos curtos de desenvolvimento. Neles, é possível a oportunidade de errar cedo e, rapidamente, já conseguir resolver. Assim, o erro é relacionado a acerto ou chance de aprimoramento. Não algo irreversível.Teste de resiliênciaTrabalhar comportamento é algo que exige muita consciência, observação, compaixão, logo, é resultado de muito esforço.  Esse é um processo tanto individual quanto da equipe. Se adaptar rapidamente a novos cenários é algo que irá transformar estruturalmente uma empresa, tornando os integrantes dela, seu valor humano, muito mais integrados e fortes/resilientes.Aliás, a reação e adaptação a resultados ruins ou situações desconfortantes são fundamentais para testar se a criação desse mindset ágil realmente está no caminho certo.Design Thinking dentro do mindset ágilO Design Thinking analisa problemas complexos com o olhar da perspectiva de quem realmente os enfrenta no dia a dia. Nele, se propõe um aumento do repertório criativo do profissional por uma imersão que amplia perspectivas e permite ao time atuar na causa raiz dos problemas.Com ele e seus diversos frameworks e métodos, como o design sprint, o mindset ágil é estimulado, já que suas características fundamentais são: empatia para mergulhar com profundidade no contexto, para o qual se busca solução; a cocriação e práticas de criatividade colaborativa para multiplicar a geração de hipóteses de soluções, e a prototipagem para validar conceitos, possibilidades técnicas e viabilidade financeira. Ficou encantado como essas duas palavras - mindset ágil - que podem falar tanto de Transformação Digital quanto inovação na prática, tendo o ser humano como vetor central?No curso Agile for Business da Digital House, você aprenderá as principais metodologias e frameworks para criar, experimentar e testar seus projetos, colocando seus clientes sempre como prioridade, por meio da agilidade e do Design Thinking. O mindset ágil nos move, e queremos que você adquira ele também!

Prototipagem em UX Design: 5 ferramentas de prototipação para tirar ideias do papel img
#UX

Prototipagem em UX Design: 5 ferramentas de prototipação para tirar ideias do papel

Seja você um profissional que acabou de iniciar na carreira em UX e UI ou mesmo se já tem certa experiência na área, (re)pensar sobre opções e funcionalidades das ferramentas de prototipação é sempre fundamental.Tanto para quem dá os primeiros passos na área, com o foco na funcionalidade aplicada, quanto aos mais experientes, quando conta muito a reavaliação sobre métodos já utilizados, a escolha certa da ferramenta de prototipagem fará a diferença. Nesse texto, trazemos cinco ferramentas diferentes, indicadas pelo nosso professor Harold Shcultz Neto, que ministra aulas de UX e Discovery no curso de Gestão em Produtos Digitais. Elas vão ajudá-lo a aumentar a produtividade e eficiência em seu processo de prototipação.Ao final de cada uma, incluímos um link que contém exemplo prático para que você entenda a relevância destas funcionalidades, espelhadas no dia a dia.E porque escolhemos só 5, entre tantas opções de mercado? Pois cremos que não existe “a melhor” ferramenta de todas, mas sim a mais adequada ao projeto, etapa e suas necessidades específicas. Sendo assim, avalie seu contexto, acompanhe nossas opções e bom trabalho com a sua prototipagem!1 - Pencil Before PixelEssa frase é um clássico no UX Design, principalmente no universo das grandes consultorias do Vale do Silício. O motivo é simples: é mais efetivo você começar seu protótipo com lápis e papel do que gastar muito tempo em softwares que demandam conhecimento prévio. Além disso, o papel, quando bem feito, permite interações que nos sistemas digitais demorariam ou simplesmente seriam impossíveis de serem realizadas.Quando usar: dificilmente você vai usar lápis e papel nas etapas finais de um projeto, já que nesta fase é preciso trazer realismo e as diferenças de interações em dispositivos são cruciais para serem validadas. Essa ferramenta, portanto, é recomendada em projetos rápidos ou validações de novas iniciativas, quando o contexto ainda está confuso.Veja um exemplo de prototipagem Pencil Before Pixel 2 - Apple KeynoteEsqueça o PowerPoint. O Keynote (para usuários do Mac) é uma das melhores ferramentas para protótipos rápidos do mercado. Sim você leu bem: basta desenhar um layout com imagens realistas e adicionar links na apresentação et voilà! Eis seu protótipo com interação! “Muitos designers não vão levar isso a sério, mas como a maioria das pessoas tem familiaridade com este tipo de ferramenta, é o melhor primeiro passo. Ah, e pode ser responsivo. Basta você escolher um tamanho de slide personalizado e terá o arquivo em formato para smartphone”, explica Neto.Quando usar: quando você não tem tempo de aprender mais uma ferramenta digital, e precisa testar algumas coisas básicas, como um fundo de site, tipo de menu etc.Veja um exemplo de prototipagem com Apple Keynote 3 - InvisionConsiderada uma das ferramentas que mais cresceu no início do boom do Design Sprint e outras metodologias ágeis. Primeiro, por ter fácil navegação, o que simplifica o entendimento. Segundo, por ter se tornado a queridinha dos designers, em razão da excelente estratégia de conteúdo da empresa fabricante, possuidora de alguns dos melhores relatórios e práticas na área, sendo esta última, talvez, sua principal vantagem.Quando usar: tanto na fase inicial de projetos quanto numa fase mais avançada, onde já se demanda um protótipo de média para alta fidelidade.Veja um exemplo de prototipagem com Invision 4 - FigmaAtualmente, Figma é o número 1 na lista de qualquer UX Designer que se preze. E a resposta para essa predileção é bem aceitável: sua excelente robustez. Essa ferramenta tem tudo que as outras mais robustas, como Adobe XD e Sketch possuem, mas, com muito mais flexibilidade e colaboratividade, já que tem o poder da nuvem, ou pelo menos a forma como o desenvolvido em cloud.Ela permite criar ações fáceis, que não pesam o PC, podendo ser usado até com chromebooks, além de uma completa sessão de compartilhamento, chat, colaboração e integração com outros sistemas.Quando usar: Sempre e em qualquer fase do projeto pois é extremamente flexível.Veja um exemplo de prototipagem com Sigma5 - LEGOComo diz nosso professor Neto, “nem só de digital são os projetos”.No mundo físico, uma das melhores ferramentas pra você prototipar, desde ambientes até serviços completos, é o LEGO.Obviamente, vai demandar certa abstração dos usuários-teste e criatividade da parte do profissional. Mas, o resultado com certeza irá lhe surpreender.Quando usar: em projetos de Design de Serviços onde você precisa simular ambientes e interações no mundo físico.Veja um exemplo de prototipagem com LegoE aí, interessado(a) em entender melhor cada ferramenta destas, tirar dúvidas e aprender as funcionalidades delas mais profundamente? Então, vem conhecer nosso curso de Experiência do Usuário , um dos mais completos do mercado atual.Nele, você vai criar protótipos, das mais variadas maneiras, aprendendo a desenhar e validar linguagem digital, padrões de design e interação, análise heurística e muito mais.